- Sean Combs enviou uma carta de cessação e desistência exigindo a retirada imediata da série Sean Combs: The Reckoning da Netflix, classificando-a como retaliação e difamatória.
- A carta afirma que o documentário é difamatório, elaborado para destruir a reputação do rapper e que a Netflix detém imagens de vídeo ilegalmente obtidas do produtor e de associados.
- Há ameaça de processo contra Netflix e 50 Cent, com a carta mencionando ainda a possibilidade de ações legais caso o conteúdo permaneça.
- Segundo o documento, Curtis James Jackson (50 Cent) é producer executivo da série, mas não tem controle criativo; a estratégia é apresentada como uma vingança da Netflix a Combs.
- A Netflix, em nota, disse que as alegações são falsas, que o projeto não tem relação com conversas anteriores e que as imagens foram obtidas legalmente; ninguém foi pago para participar.
Sean Diddy Combs acionou uma carta de cessação e desistência para exigir a retirada imediata da série Sean Combs: The Reckoning da Netflix. O documento classifica o projeto como difamatório e uma retaliação corporativa, afirmando que a Netflix fere a lei ao veicular imagens supostamente roubadas e envolver terceiros sem autorização. A notificação avisa sobre possível processo contra Netflix e 50 Cent.
Segundo o comunicado, a série seria uma difamação conduzida por Curtis James Jackson, o 50 Cent, descrito como responsável por uma campanha para destruir a reputação de Combs. O texto afirma que a parceria entre Netflix e Ted Sarandos não garante um retrato equilibrado, defendendo que o conteúdo não passa de vingança pessoal ao rapper.
A carta foi enviada ao executivo jurídico da Netflix, David Hyman, e contesta a estratégia de marketing da plataforma, além de alegar obtenção ilegal de imagens de vídeo ligadas ao produtor e aos associados. O documento também sustenta que ninguém recebeu pagamento para participar do projeto.
Resposta da Netflix
A Netflix respondeu por meio de um porta-voz que as alegações são falsas e que o projeto não tem relação com conversas anteriores entre as partes. A empresa afirmou que as imagens citadas foram obtidas legalmente e que Curtis Jackson atua apenas como produtor executivo, sem controle criativo, e que não houve pagamento aos envolvidos.
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