- Attia, nascido em 1970 em Dugny, França, vive entre Berlim e Paris e atua há três décadas em fotografia, colagem, escultura, instalação e som, com o tema central da reparação.
- Sua obra aborda violência, injúria e os legados do colonialismo, explorando as histórias da Europa e do Norte da África por meio de metáforas para promover mudança social.
- No podcast da série regular da The Art Newspaper, Ben Luke entrevista Attia sobre traços memorizáveis, fantasmas na obra e o olhar como fenômeno corporal.
- O artista fala de viagens de infância ao Congo e ao México, referências a Michelangelo e a escritores como Karima Lazali, Édouard Glissant e Aimé Césaire, além do poder catártico da música.
- Ele também comenta a vida no estúdio e responde à pergunta central: para que serve a arte?
Attia, artista nascido em 1970 em Dugny, França, atua há três décadas em fotografia, collage, escultura, instalação e som. O tema central de seu trabalho é a reparação, conectando violência, colonialismo e as histórias da Europa e do Norte da África.
Sua obra utiliza metáforas para representar a mudança social e questionar legados históricos. O conceito de reparação envolve relações entre violência, memória e justiça, em uma linguagem visual dramática e conceitual.
No podcast apresentado por Ben Luke, Attia fala sobre traços memoráveis e fantasmas na arte, além de discutir o olhar como fenômeno corporal. Relata viagens de infância ao Congo e ao México como influências formativas.
Entrevista com Ben Luke
A conversa aborda gostos artísticos, incluindo referências a Michelangelo, e a influência de escritores como Karima Lazali, Édouard Glissant e Aimé Césaire. Também destaca o poder catártico da música na prática criativa.
Attia comenta sobre a vida no estúdio, a prática de pesquisa contínua e a função da arte na sociedade. O relato enfatiza a busca por compreender o que a arte pode promover em termos de transformação social.
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