- Julie McKnight, ex-campos de Brian McKnight, deu entrevista exclusiva à Page Six criticando a decisão do cantor de não dizer “eu te amo” a Niko no leito de morte, dizendo que essas palavras são essenciais para a relação pai-filho.
- Niko McKnight revelou o diagnóstico de câncer em janeiro de 2024 e faleceu em maio de 2025, aos 32 anos; há relatos de que o pai não o visitou antes da morte.
- Julie afirmou que Niko merecia ouvir o amor do pai em momentos frágeis e ressaltou a importância do afeto verbal na criação dos filhos.
- Brian McKnight tem histórico de distanciamento dos filhos e mensagens públicas sobre vínculos familiares, além de ter tido um filho com Leilani Mendoza em 2023.
- Não há resposta oficial do representante de Brian sobre o assunto, e a matéria cita entrevista de Niko a Marc Lamont Hill sobre o tema.
Brian McKnight volta aos holofotes em meio a revelações sobre a relação com os filhos. Julie McKnight, ex-mulher do cantor, concedeu uma entrevista exclusiva à Page Six criticando a decisão de Brian de não dizer “eu te amo” ao filho Niko no leito de morte. Segundo Julie, tais palavras deveriam ser comuns, especialmente em momentos de fragilidade. Niko faleceu em maio de 2025, aos 32 anos, após enfrentar câncer diagnosticado em janeiro de 2024.
A entrevista reacende debate sobre vínculos familiares na trajetória de Brian, que esteve casado com Julie de 1990 a 2003. Do relacionamento nasceram Brian McKnight Jr. e Niko, que morreu aos 32. Julie enfatizou que o amor verbal é essencial na relação pai-filho e afirmou que o filho merecia ouvir esse afeto nos momentos mais frágeis.
Contexto familiar
Niko revelou publicamente o diagnóstico de câncer em janeiro de 2024 e faleceu meses depois, em maio de 2025. Julie descreveu que a ausência de palavras de afeto causou sofrimento emocional, reforçando a importância do afeto expresso de forma transparente. A entrevista também menciona distanciamento entre Brian e os filhos ao longo dos anos.
Brian não respondeu aos pedidos de comentário, segundo a reportagem. A situação suscita discussões sobre o impacto emocional de manifestações públicas de afeto e sobre o papel de pais na vida dos filhos, especialmente diante de doenças graves. A reportagem segue com versões de familiares e fontes próximas, sem conclusão.
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