- Miley Cyrus revelou, em entrevista no Jimmy Kimmel Live!, ter aversão severa a papel, incluindo papel de embrulho, cartões e embalagens, dizendo que precisa de ajuda e que pode considerar hipnose ou EMDR.
- A cantora, de 33 anos, mencionou que o papel de presentes para ela é “extremamente desagradável” e que o papel cartão na bancada do apresentador a deixa desconfortável.
- Cyrus afirmou que prefere contatar por texto, e-mail ou telefone, e que o noivo Maxx Morando ajuda abrindo entregas fora de casa.
- Ela comentou que embalagens de papelão são muito secas e com mais embalagem, e que não gosta de pacotes da Amazon.
- A artista também mencionou a cerimônia de casamento de 2018 com o ex-marido Liam Hemsworth e disse estar considerando intervenção, como EMDR ou hipnose, para lidar com a fobia, que tem piorado.
Miley Cyrus revelou, em entrevista ao Jimmy Kimmel Live!, uma aversão severa a papel. A cantora afirmou que precisa de ajuda e avalia opções como hipnose ou EMDR para lidar com o problema. O papo ocorreu durante a transmissão de quinta-feira, nos Estados Unidos.
Segundo a artista, o tema surgiu ao falar de sua relação com itens de papelaria. Ela disse que cartões, embalagens e papel em geral provocam desconforto intenso, chegando a causar ânsia. A entrevista também abordou papel de embrulho e notas em geral.
Cyrus descreveu ainda dificuldades com caixas de papelão, classificando o material como extremamente seco e com muito acondicionamento. Ela mencionou que prefere ser contatada por texto, e-mail ou telefone e citou o noivo Maxx Morando como ajuda para abrir entregas fora de casa.
Contexto pessoal e histórico
A cantora mencionou relacionamentos anteriores, incluindo o casamento com Liam Hemsworth em 2018, como parte de um quadro de vida pública já conhecido. Ela mencionou a possibilidade de intervenções para a melhoria de sua condição, destacando que o tema tem impactado seu cotidiano.
Ações e possibilidades
Entre as opções citadas, EMDR e hipnose aparecem como caminhos em avaliação. Cyrus disse que o tema está se tornando mais relevante no dia a dia e que busca tratamento para reduzir os efeitos da fobia. A artista afirmou que já teve experiências positivas com terapias no passado.
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