- Sydney Sweeney afirmou ser contra o ódio e a divisividade, quase quatro meses depois da campanha da American Eagle ter sido comparada a propaganda nazista.
- Em entrevista ao People, ela disse que amava os jeans e a marca, mas não apoia os objetivos atribuídos à campanha, e que o silêncio deleitores ampliou a divisão.
- A atriz enfatizou que costuma agir com gentileza e agora quer esclarecer sua posição para unir as pessoas.
- Ela comentou ter ficado surpresa com o apoio do presidente Donald Trump e disse que vai enfatizar o que une as pessoas.
- A campanha gerou críticas de fãs e de celebridades, como doja cat e Lizzo, e Sweeney disse buscar foco nos laços em vez de nas divisões.
Sydney Sweeney rompe o silêncio sobre a campanha da American Eagle lançada em julho, após críticas de fãs e celebridades. A atriz, de 28 anos, disse estar contra o ódio e a divisibilidade, reconhecendo que o silêncio ajudou a ampliar a divisão.
Em entrevista à People, Sweeney afirmou que fez o anúncio publicitário por gostar da marca e do jeans, e não endossa visões associadas ao conteúdo. Ela pediu, porém, para separar a empresa da leitura que algumas pessoas fizeram sobre o espaço publicitário.
Ela ressaltou que costuma liderar com gentileza e que está buscando esclarecer sua posição. Segundo a atriz de Euphoria, quem a conhece sabe que busca unir as pessoas e evitar a hostilidade.
A artista também comentou o apoio recebido vindo do ex-presidente Donald Trump, destacando que foi surreal. Diz ter ficado surpresa com a reação pública, positiva e negativa, ao anúncio.
Do ponto de vista da campanha, o material acabou gerando polêmicas sobre mensagens políticas e sociais associadas ao conteúdo. Sweeney afirmou que não compartilha as interpretações feitas por parte do público.
Quanto ao futuro, a atriz indicou que pretende enfatizar o que une as pessoas no próximo ano. Ela reconhece que a escolha de silêncio anterior não ajudou a reduzir a polarização, segundo declarações à imprensa.
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