Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Patricia Hodge relata assédio sexual, uso de drogas e estar em plenitude aos 79

Após seis décadas, Patricia Hodge encara nervos antes da estreia em The Rivals, reflete sobre carreira, maternidade tardia e envelhecimento no palco

‘If this business is all you have, it’s going to kick you’ … Patricia Hodge in her dressing room at the Orange Tree theatre.
0:00
Carregando...
0:00
  • Patricia Hodge, atriz com seis décadas de carreira, encara nervos antes da estreia de The Rivals, no Orange Tree theatre, em Richmond, onde vive o papel de Mrs Malaprop, em celebração aos 250 anos da peça de Richard Brinsley Sheridan.
  • A trajetória começou em Grimsby, em um hotel da cidade, com shows no salão. Formou-se em atuação na London Academy of Music and Dramatic Art e passou pela cena de repertório, considerada formação essencial.
  • No West End, destacou-se em Rookery Nook, Pippin (sob direção de Bob Fosse) e em séries como Rumpole of the Bailey e Jemima Shore Investigates, além de trabalhos em rádio e cabaré.
  • Fala sobre o desafio do envelhecimento para atrizes, a maternidade tardia e como a vida familiar influenciou a carreira, com dois filhos nas décadas em que a atuação seguia.
  • Valoriza o processo criativo e o trabalho em companhia: a energia do elenco é o essencial; admite que o ofício é uma via de aprendizado constante e que a vida de palco exige disciplina e desafio diário.

Patricia Hodge, atriz britânica com passagem marcante por West End, estreia como Mrs Malaprop em The Rivals, peça de Sheridan em comemoração aos 250 anos. A apresentação ocorre no Orange Tree Theatre, em Richmond, no sul de Londres. A produção traz nervosismo antes do primeiro elenco, comum para a veterana de palco.

Aos 76 anos, Hodge ainda sente a ansiedade do estreia, descrevendo os nervos como o medo do desconhecido. Ela permanece concentrada na preparação diária, que vai até altas horas, e afirma que o processo de montagem é a motivação principal de sua carreira.

Trajetória e formação

Criada em Grimsby, a atriz viveu boa parte da infância em um hotel onde surgiram fantasias teatrais. Antes da ACT no Lamda, fez carreira no repertório, considerado uma verdadeira escola de atuação. A prática constante moldou seu estilo e resistência no palco.

Na memória, os anos 70 aparecem como período de descoberta no West End, com participações em Pippin, The Two Gentlemen of Verona e Hair. Participou de uma performance de Pippin em 2023, que celebra meio século de sucesso musical da peça.

Desafios e visão de carreira

Hodge lembra que o avanço da idade trouxe menos oportunidades em televisão e cinema, especialmente para mulheres após os 50. Ela destaca que a maternidade tardia, com filhos na casa dos 40, trouxe equilíbrio entre carreira e vida familiar, algo que considera fundamental.

A atriz valoriza a diversidade de trabalho, incluindo rádio e cabaré, como forma de manter a prática artística. Ela observa que a cena teatral britânica depende de um ecossistema robusto de teatro comunitário e repertório, algo que ela defende como essencial.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais