- Roberta Close completa 61 anos neste domingo, 7 de dezembro, celebrando mais de quatro décadas de influência na cultura brasileira.
- Ícone dos anos oitenta e noventa, ela participou de programas de TV, campanhas publicitárias e editoriais que ajudaram a redefinir padrões estéticos.
- Em mil novecentos e oitenta e quatro, foi a primeira mulher trans a estampar a capa da Playboy no Brasil, sem redesignação na época.
- Em dois mil e quinze, Roberta revelou ter nascido intersexo, marca que reforçou debates sobre identidade de gênero e diversidade.
- A atriz Gabriela Loran, de Três Graças, aponta Roberta como grande referência; Gabriela revelou ter feito cirurgia de transição em janeiro de dois mil e vinte e quatro na Tailândia.
Roberta Close completa 61 anos neste domingo, 7 de dezembro, e permanece como símbolo de beleza, diversidade e feminismo. Sua trajetória de mais de quatro décadas moldou a cultura pop brasileira, com participações em TV, campanhas e editoriais.
A cantora e atriz tornou-se referência aos 20 anos, quando estampar a capa da Playboy Brasil em 1984, ainda sem redesignação sexual. Em 2015, ela revelou nascer intersexo, ampliando debates sobre identidade de gênero e representatividade.
A revelação reforçou a coragem de Roberta e abriu espaço para novas narrativas. A trajetória da modelo persiste como marco histórico no entretenimento brasileiro, marcado por influência de décadas recentes.
Gabriela Loran e a influência de Roberta Close
Gabriela Loran, intérprete de Viviane na novela Três Graças, cita Roberta como grande inspiração. Aos 32 anos, Gabriela vive o protagonismo na novela e enfrenta preconceitos ao revelar sua identidade de gênero.
A atriz passou pela transição em janeiro de 2024, na Tailândia, destino escolhido por várias celebridades por opções médicas. A trajetória de Loran reforça o legado de Roberta Close como referência para pessoas trans no Brasil.
Entre na conversa da comunidade