- Documentos do High Court de Londres indicam acordo entre a arqueóloga Catrine Jarman e a Condessa Karen Spencer, encerrando o processo movido em 2024.
- O Conde Earl Spencer foi instruído a pagar custas judiciais incluídas as despesas de Jarman, totalizando cerca de $6.000.
- A condessa recebeu uma oferta “Part 36” para encerrar o caso sem reconhecimento de culpa, segundo os documentos divulgados.
- O tribunal informou que a batalha sobre a esclerose de Jarman precisava terminar e que, se a Condessa aceitasse o acordo, não haveria admissão de responsabilidade.
- A Condessa afirmou que a posição foi plenamente vindicada e que não houve admissão de culpa; a defesa de Jarman destacou seu direito de compartilhar informações sensíveis sobre sua condição de saúde.
O High Court de Londres indicou um acordo entre a arqueóloga Professor Catrine Jarman e a Condessa de Spencer, em 2024, envolvendo alegações de divulgação de informações sobre a saúde de Jarman. O Earl Spencer foi instruído a cobrir custos da defesa, com uma oferta sob o regime Part 36 para encerrar o caso sem reconhecimento de culpa. A resolução foi apresentada como forma de finalizar a disputa.
A reportagem ressalta que o caso envolve o envolvimento entre o Earl Spencer, irmão da falecida Princesa Diana, e a arqueóloga, durante uma pesquisa no Althorp House, residência do casal na Inglaterra. Jarman, que afirma ter MS, moveu ação contra a Condessa em 2024, alegando divulgação não consentida de informações de saúde.
Desdobramentos jurídicos
Documentos do High Court revelam que a Condessa de Spencer pode aceitar a oferta Part 36, encerrando o litígio sem admitir culpa. Caso não aceite, o Earl Spencer deverá arcar com os custos legais da defesa e com eventuais despesas da outra parte.
O que está em jogo
A decisão também determina que o Earl Spencer indenize a Condessa por valores necessários para atender aos termos da oferta, incluindo custos processuais. A Condessa afirmou sentir-se vindicada pela resolução, sem admitir responsabilidade.
Declarações das partes
Jarman informou que o processo foi uma forma de proteger seu direito de divulgar informações sensíveis sobre sua saúde. A parte, porém, descreveu a decisão como um desfecho claro que valida a ação tomada para resguardar sua carreira e vida profissional.
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