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Natacha Horana quer entrar na política e comenta impacto emocional da prisão

Em liberdade, Natacha Horana revela interesse em ingressar na política, com bandeira própria e prioridades para mulheres e saúde mental

Natacha Horana — Foto: Divulgação
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  • Natacha Horana, musa da Gaviões, ficou presa por quatro meses, acusada de lavagem de dinheiro e possível ligação com organizações criminosas; era ex-bailarina do Faustão.
  • Em liberdade, ela informou ter interesse em entrar na política e pode concorrer no próximo ano; já tem bandeira própria e prioridades: mulheres e saúde mental.
  • Ela segue em tratamento médico contínuo para síndrome do pânico e depressão, com uso de medicamentos e acompanhamento psicológico.
  • Relata traumas da prisão, pesadelos frequentes e agorafobia, mas diz que reconhece os sinais e busca controlar com respirações e terapia regular.
  • A ex-bailarina disse ter sido sondada por representante de partido, mas aguarda resolução na Justiça antes de se candidatar.

A musa da Gaviões da Fiel, Natacha Horana, está em liberdade após cumprir quatro meses de prisão. Ela foi acusada de lavagem de dinheiro e de ter possível ligação com organizações criminosas, e recentemente revelou interesse em ingressar na política, podendo candidatar-se no próximo ano. Ela já tem uma bandeira própria e aponta prioridades como a defesa das mulheres e a saúde mental, com tratamento médico contínuo.

Ela afirma ter sido sondada por um representante de partido, mas ressalta que não pode concorrer ainda, pois precisa que o caso seja resolvido na Justiça. Mesmo diante da possibilidade, a ex-bailarina do Faustão diz que só avançará quando tudo estiver definido. Caso tudo transcorra como imagina, pode tentar a candidatura no próximo ano.

Plano político e bandeira

Horana afirmou que pretende atuar pela melhoria de políticas públicas para mulheres e por um debate ampliado sobre saúde mental. Entre as propostas, destaca o cuidado contínuo e a dignidade no tratamento de pacientes.

Saúde mental e tratamento

Ela relata tratamento para síndrome do pânico e depressão, com acompanhamento médico e uso de medicação. A cada dia, descreve avanços, mas admite que crises ainda ocorrem e que o sono também ficou marcado pelo trauma da prisão. A ex-bailarina segue em terapia e mantém convívio com profissionais de saúde mental.

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