- O tribunal determinou que Angelina Jolie entregue mensagens privadas e emails sobre a venda de sua participação no Château Miravel, vinícola na França, em favor de Brad Pitt no processo em curso.
- Jolie tem 45 dias para enviar esses registros ao tribunal.
- Pitt moveu ação contra Jolie após alegação de venda irregular de participação na vinícola, adquirida em 2008 pelo casal por 28,4 milhões de dólares.
- Os ex-cônjuges se casaram em 2014, separaram-se em 2019 e teriam planos de manter a vinícola como parte de um negócio familiar.
- Em outubro, Pitt pediu que Jolie apresente comunicações com o gerente de negócios, assessores de imprensa e consultores financeiros relacionados à venda.
Brad Pitt venceu uma etapa importante na disputa legal com Angelina Jolie sobre a vinícola Château Miravel, na França. A decisão determina que Jolie apresso uma série de mensagens privadas envolvendo a venda de sua parte do negócio. O caso está em curso nos tribunais norte-americanos.
Segundo documentos judiciais, o juiz acolheu parte do pedido de Pitt para que Jolie entregue conversas privadas sobre a venda de sua participação na vinícola, adquirida em 2008 durante o casamento. Jolie tem prazo de 45 dias para apresentar os materiais.
A ação que envolve os ex-cônjuges de Hollywood envolve ainda acusações de suposta venda irregular da participação de Jolie para o grupo Stoli, em 2021. Pitt sustenta que os dois teriam acordado não vender as suas partes sem consultar o outro.
Detalhes do pedido e prazo
A nova etapa envolve mensagens entre Jolie e o consultor de negócios, além de contatos com assessores de imprensa e consultores financeiros. A defesa de Jolie afirmou discordar da interpretação de leis de privilégio, citando questões de direito a um julgamento justo.
Contexto do processo
Pitt e Jolie se casaram em 2014, se separaram em 2019 e compraram a vinícola em 2008 por 28,4 milhões de dólares. A venda de partes do empreendimento tem sido tema central da contenda judicial desde então.
Implicações legais em andamento
A defesa de Jolie informou que pretende recorrer da decisão para contestar o alcance do material solicitado. O grupo de Jolie alegou que as comunicações privadas tratavam de assuntos legais com advogados e assessores, não de assuntos comerciais abertos.
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