- O cantor Mococa contou que Silvio Santos teve um bar no centro de São Paulo, no Largo do Paissandu, que foi vendido para Hebe Camargo.
- Segundo Mococa, o bar foi desmanchado para a construção de uma estação de metrô e Hebe teria reformulado o espaço.
- Mococa disse que Roque ligou oferecendo meia hora de programa para ele e para o parceiro Paraíso.
- Ele afirmou que a primeira mulher de Silvio Santos, Cida Abravanel, era ciumenta.
- Mococa lembrou a amizade com Dedé Santana e afirmou que Dedé sofreu muito trabalhando em circos sem infraestrutura.
Silvio Santos, reconhecido pela trajetória na televisão e como fundador do que viria a ser o SBT, teve um passado ligado a um bar no centro de São Paulo. Segundo relatos de amigos, o estabelecimento ficava no Largo do Paissandu e foi vendido a Hebe Camargo, que posteriormente reformou o espaço.
Conforme o depoimento de Mococa, o bar chegou a ganhar de Hebe uma repaginada após a venda. Ele afirmou que o local foi desmanchado para a construção de uma estação de metrô, explicando o destino de um espaço que já integrou a trajetória do apresentador.
Transferência do bar e relação com Hebe
Mococa revelou que houve uma ligação de Roque oferecendo meia hora de programa para ele e Paraíso, dupla sertaneja com quem o cantor atuava antes do SBT. A conversa apontou para um possível vínculo profissional envolvendo o então empresário Silvio Santos.
Mococa também mencionou detalhes sobre a primeira esposa de Silvio, Cida Abravanel, destacando que ela era considerada muito ciumenta. O relato acrescenta que Silvio era visto como galã, com estilo marcado por paletó de três botões e sapatos pretos de bico fino.
Conexões com Dedé Santana
O cantor sertanejo destacou a profunda amizade entre Mococa, Paraíso e Dedé Santana. Segundo ele, Dedé chegou a enfrentar dificuldades ao trabalhar em circos sem infraestrutura, situação que contribuiu para moldar a trajetória dos artistas de então.
Em seguida, Mococa descreveu o envolvimento de Silvio Santos no cenário artístico anterior ao SBT e lembrou momentos que, segundo ele, exemplificam a convivência entre figuras da televisão, música e circo na época.
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