- Nicki Minaj disse que sua fé a atraiu de volta após o aumento da perseguição a cristãos na Nigéria, durante a convenção AmericaFest em Phoenix.
- Ela afirmou ter retomado a busca pela fé da infância, contando que foi batizada aos 13 anos e que ia à igreja em Nova York três dias por semana.
- A artista reconheceu a dificuldade de manter a comunhão devido à agenda da carreira, mas relatou um retorno recente à prática religiosa e à oração.
- Minaj participou de um painel promovido pela missão dos Estados Unidos junto à Organização das Nações Unidas, ao lado do embaixador Mike Waltz, para denunciar violações de direitos humanos contra cristãos na Nigéria.
- Em publicação nas redes sociais, pediu que os cristãos na Nigéria sejam libertados e ressaltou a proteção de Cristo como apoio imediato.
Nicki Minaj disse que sua fé voltou a ocupar espaço importante em sua vida. A rapper falou sobre reencontrar Deus após acompanhar a crescente perseguição a cristãos na Nigéria. A declaração ocorreu durante a convenção AmericaFest da Turning Point USA, em Phoenix, no Arizona.
A artista, 43 anos, contou que a prática religiosa da infância voltou a orientá-la. Ela explicou que, quando morava em Trinidad, a família costumava rezar juntos, e que a fé ganhou força ao frequentar uma igreja em Nova York entre os 10 e 12 anos.
Batizada aos 13, Minaj reconheceu dificuldades para manter a rotina de comunhão na carreira musical, mas relatou retomada recente da espiritualidade. Ela descreveu a sensação de reencontrar Deus como uma reencontro com um antigo amigo.
Ela ressaltou que, ao priorizar a fé, passou a avaliar decisões pela perspectiva divina. A artista incentivou jovens a recorrer imediatamente a Deus em momentos difíceis, sem perder tempo ou esperar retorno.
Cristãos na Nigéria
Durante o evento, Minaj destacou a liberdade de culto nos EUA e afirmou que muitos a veem como garantida. Ela citou ter um pastor nigeriano e mencionou relatos de massacres, sequestros e ataques contra cristãos no país, dizendo que a situação exige resposta pública.
Ela afirmou que a situação na Nigéria deveria provocar indignação na América. Em suas palavras, não haveria espaço para recuar ou se calar diante de atos de violência contra fiéis.
Minaj participou de um painel promovido pela missão dos EUA junto à ONU, ao lado do embaixador Mike Waltz, para denunciar violações de direitos humanos contra cristãos na Nigéria. A fala visou evidenciar ataques a comunidades religiosas.
Ela afirmou que esteve no evento para denunciar injustiças e defender pessoas perseguidas por sua fé. Em relação à Nigéria, destacou expulsões de casas, destruição de templos e medo entre comunidades que praticam a sua religião.
Na rede social X, a artista reforçou a mensagem de apoio aos cristãos e a necessidade de defesa dos fiéis diante da violência. Publicou que a fé é a base de sua convicção e pediu ações contra a perseguição.
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