- Brigitte Bardot morreu neste domingo aos 91 anos; nasceu em 28 de setembro de 1934, em Paris.
- Foi descoberta pelo roteirista e diretor Roger Vadim, com quem casou em 1952, e estreou no cinema no mesmo ano, no filme Le Trou Norman d.
- Em 1956, ganhou reconhecimento internacional ao protagonizar E Deus Criou a Mulher, tornando-se fenômeno mundial e símbolo de uma nova geração de mulheres.
- Ao longo das décadas de cinquenta e sessenta, atuou em outros filmes, como O Desprezo, A Verdade e Viva Maria, além de lançar álbuns e trabalhar com Serge Gainsbourg.
- Dedicou-se ao ativismo animal, fundando a Fundação Brigitte Bardot para o Bem-Estar e Proteção dos Animais, com campanhas contra o comércio de peles e a caça de focas; visitou o Brasil em 1964.
Brigitte Bardot morreu neste domingo, aos 91 anos, segundo divulgação da fundação que ela comandava. Nascida em Paris, 28 de setembro de 1934, ela ganhou projeção internacional nos anos 50 após carreira inicial no cinema e na moda.
Descoberta pelo cineasta Roger Vadim, com quem casou em 1952, Bardot estreou no cinema no mesmo ano, em Le Trou Normand. O sucesso de 1956 veio com o filme E Deus Criou a Mulher, dirigido por Vadim, que a tornou símbolo de uma geração.
A partir daí, a atriz consolidou-se globalmente, atuando em títulos como O Desprezo, A Verdade e Viva Maria. Além do cinema, destacou-se na música durante as décadas de 1950 e 1960, gravando álbuns e trabalhando com Serge Gainsbourg.
Récords e legado
Bardot visitou o Brasil em 1964, marcando presença no Rio de Janeiro ao lado de personalidades ligadas a concursos de beleza. Em 1970, sua imagem inspirou a escultura da Marianne, símbolo da República Francesa, consolidando-a como referência estética.
Aposentada do cinema no início dos anos 1970, Bardot seguiu dedicando-se ao ativismo animal. Fundou a Fondation Brigitte Bardot para o Bem-Estar e Proteção dos Animais, combatendo o comércio de peles e a caça de focas em campanhas internacionais.
Controvérsias e posicionamentos
Nos últimos anos, Bardot gerou controvérsia ao se pronunciar sobre imigração e religião. Em 2018, declarou à Paris Match ter criticado o movimento MeToo e afirmou não ter sido vítima de assédio. As declarações repercutiram amplamente na imprensa.
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