- Melanie Watson Bernhardt, conhecida por interpretar Kathy Gordon em Diff’rent Strokes, morreu aos 57 anos na sexta-feira passada, dia 26, em Colorado Springs, Colorado, após complicações de sangramento.
- Nascida em 20 de julho de 1968, em Dana Point, Califórnia, foi descoberta aos 13 anos em uma unidade da YMCA, o que a levou ao papel na série.
- A personagem de cadeira de rodas apareceu em quatro episódios entre 1981 e 1984. Um dos episódios marcantes era o de Kathy tentando andar com muletas.
- Melanie nasceu com osteogênese imperfeita, doença que deixa os ossos frágeis; médicos fizeram o possível, mas ela viveu por muitos anos com a condição.
- Após a série, afastou-se da atuação, foi casada de 1994 a 1996 com Robert Bernhardt e cofundou a organização Train Rite, que treina cães de abrigo para atuar como animais de assistência para pessoas com deficiência; em 2020, falou ao IndieWire sobre sua passagem pela TV.
Melanie Watson Bernhardt, atriz conhecida por interpretar Kathy Gordon em Diff’rent Strokes, morreu na sexta-feira (26), aos 57 anos. Ela estava hospitalizada em Colorado Springs, Colorado, devido a complicações causadas por sangramentos. A confirmação foi feita pelo irmão, Robert Watson, ao TMZ.
A personagem Kathy Gordon era uma amiga de Arnold, em cadeira de rodas, e apareceu em quatro episódios entre 1981 e 1984. Um dos capítulos mais lembrados é o episódio de 1982, em que Arnold tenta convencer Kathy a andar com muletas.
Melanie nasceu em 20 de julho de 1968, em Dana Point, Califórnia. Foi descoberta aos 13 anos em uma unidade da YMCA, o que abriu caminho para seu papel na sitcom, levado ao escritor Marshall Goldberg, ligado ao produtor Norman Lear.
Carreira e legado
Após o fim da série, a atriz se afastou da atuação e passou a atuar pela acessibilidade. Foi casada com Robert Bernhardt entre 1994 e 1996 e cofundou a Train Rite, organização voltada ao treinamento de cães de abrigo para atuarem como animais de assistência para pessoas com deficiência.
Em 2020, Melanie relembrou a experiência na TV, destacando o orgulho de Norman Lear por ir contra a norma e o valor de ter sido a primeira nessa frente, mesmo sem perceber o presente na época.
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