- Angélica vive com o pai, Francisco Ksyvicks, de 87 anos, que sofreu AVC em 2021 e está em estado debilitado; ela busca manter memórias dele.
- A apresentadora enfrenta ação de um ex-cuidador que pede indenização de cerca de R$ 191,7 mil e reconhecimento de vínculo empregatício.
- O ex-funcionário afirma ter trabalhado quase quatro anos, em jornada 12×36, sem carteira assinada; último salário informado foi de R$ 6.600 e ele foi demitido por mensagem de WhatsApp em julho.
- Ele também reivindica recursos como fundo de garantia, férias, 13º salário, aviso prévio de 39 dias e salários atrasados, além de danos morais.
- O juiz negou audiência online; a expectativa é de uma audiência presencial entre 2025 e início de 2026.
Angélica Corporá revela estado de saúde do pai, Francisco Ksyvicks, e ao mesmo tempo enfrenta disputa judicial movida por ex-cuidador. O caso envolve uma indenização de quase R$ 192 mil e pedido de reconhecimento de vínculo empregatício. A audiência prevista pela Justiça deve ocorrer entre 2025 e início de 2026, conforme decisão recente.
A apresentadora, aos 87 anos, lida com as sequelas de um Acidente Vascular Cerebral ocorrido em 2021. Ela descreve o quadro do pai como muito debilitado e aponta a busca por memórias como forma de preservar lembranças de momentos ao lado dele. A reportagem acompanha também o contexto emocional vivido pela família diante do avanço da idade.
Ações judiciais envolvendo Angélica chegaram a ser abertas por um ex-cuidador que prestava serviços ao pai e à mãe da apresentadora. O profissional reclama remuneração não paga e reconhecimento de vínculo como empregado. Foram citados 3 anos e 9 meses de atuação, com jornada informada como 12×36, sem carteira assinada, e último salário de cerca de R$ 6,6 mil.
Conforme a ação, houve demissão por mensagem de WhatsApp em julho deste ano. Além de pleitear indenização por danos morais, o ex-funcionário busca assinatura e baixa da CTPS, pagamento de férias, 13º salário, aviso prévio de 39 dias, salários atrasados e FGTS. A defesa de Angélica ainda não foi realizada publicamente em detalhes.
O juiz responsável pelo caso negou o pedido de audiência online e estabeleceu a expectativa de um encontro presencial entre as partes no início de 2026. O processo tramita na Justiça e envolve o cuidado com o pai da apresentadora, bem como a relação empregatícia com o cuidador.
Contexto familiar e jurídico caminham juntos neste momento. Enquanto Angélica trabalha para manter vivas as memórias do pai, a Justiça avalia os aspectos trabalhistas do vínculo com o cuidador. A documentação apresentada aponta para a necessidade de clarificar direitos, deveres e remuneração de trabalhadores que atuam no cuidado de familiares.
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