- Lexa, 30 anos, participou do primeiro ensaio de rua da Dragões da Real no bairro Anastácio, em São Paulo, no domingo, dia quatro, marcando seu retorno à folia em 2026.
- A cantora é madrinha de bateria da escola para o Carnaval de 2026.
- Em dezembro, Lexa apostou em um look vermelho no minidesfile do Carnaval de São Paulo, destacando empoderamento e força da mulher.
- O enredo de 2026 é Guerreiras Icamiabas: Uma Lendária História de Força e Resistência, homenagem às guerreiras indígenas da Amazônia e à preservação ambiental.
- O desfile ocorre na sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026, e a Dragões da Real será a terceira escola a desfilar no Anhembi.
Lexa, cantora de 30 anos, participou do primeiro ensaio de rua da Dragões da Real neste domingo, no bairro de Anastácio, em São Paulo. A apresentação marca o retorno da artista à folia de Carnaval em 2026, após ficar afastada em 2025 devido ao falecimento da filha Sofia. Lexa assumiu o posto de madrinha de bateria da escola para o Carnaval Paulista de 2026.
O ensaio ocorreu na tarde de domingo, em meio ao público e aos minutos de preparação da escola para o grande desfile. A Dragões da Real apresentará o enredo Guerreiras Icamiabas: Uma Lendária História de Força e Resistência, que presta homenagem às guerreiras indígenas da Amazônia e celebra a força feminina, além de abordar a preservação ambiental.
Em dezembro do ano passado, Lexa optou por um figurino vermelho durante o minidesfile da escola, justificando que a cor simboliza empoderamento, força e o papel da mulher. A cantora ressaltou, em entrevista à imprensa, estar confiante com a estreia e com a mensagem do enredo.
Enredo e data do Carnaval 2026
A escola desfilará em 13 de fevereiro de 2026, sexta-feira, no Anhembi. A Dragões da Real será a terceira comunidade a entrar na avenida, segundo a ordem de apresentação divulgada pela organização. A temporada de ensaios já contempla a preparação para o desfile com foco na coreografia e na presença de Lexa como madrinha de bateria.
O tema Guerreiras Icamiabas enfatiza o papel histórico das guerreiras indígenas da região amazônica, conectando identidade feminina, memória histórica e responsabilidade ambiental. A agremiação confirma que a apresentação busca fortalecer a participação feminina na avenida.
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