- Alexandre Furmanovich, de 40 anos, compartilhou foto do fim de ano com o filho João Guilherme, de 14, e se declarou ao garoto.
- O empresário é ex-marido da atriz Letícia Birkheuer, com quem discute na Justiça a guarda do adolescente, que hoje mora com o pai.
- Letícia publicou uma carta aberta no Instagram reclamando da falta de visitas e acusando o ex de afastar o filho, mencionando gasto superior a um milhão de reais na Justiça.
- Ela afirmou que existe um sistema corrupto e uma alienação já contatada em juízo que separa mãe e filho.
- O empresário publicou vídeo no Instagram com João Guilherme comentando que está cansado de a mãe expor o garoto e de ser usado para engajamento.
O empresário Alexandre Furmanovich, 40, publicou uma foto de fim de ano ao lado do filho, João Guilherme, 14, marco que reacende a disputa pela guarda do adolescente. A imagem foi compartilhada nas redes sociais, com a mensagem do empresário dedicando ao filho e limitando comentários.
A briga pela guarda envolve também a atriz Letícia Birkheuer, 47, ex-mulher de Furmanovich. Letícia denunciou, em carta pública, a ausência de visitas e afirmou enfrentar um processo longo e caro, além de alegar entraves sistêmicos na Justiça relacionadas ao convívio com o filho.
Em resposta, Furmanovich divulgou um vídeo em que João Guilherme comenta sobre a exposição pública do caso, afirmando estar cansado com a situação. O filho ressalta que não deseja ser instrumentalizado para criar engajamento nas redes.
Batalha judicial pela guarda
O adolescente atualmente reside com o pai, conforme informações públicas. A ação envolve disputas sobre o tempo de convivência com a mãe e o acesso aos direitos de convivência, com acusações de afastamento do convívio por parte do ex-casal.
Letícia afirma já ter gasto expressiva soma em honorários e indica desgaste emocional decorrente do processo. Já Furmanovich mantém que a prioridade é o bem-estar do filho, mantendo o acordo de guarda estabelecido judicialmente.
Contexto e impactos
As falas públicas das partes evidenciam uma disputa que persiste há anos. A Justiça continua analisando o caso para definir o regime de convivência que melhor atenda às necessidades do adolescente. Não foram apresentadas novas decisões judiciais neste momento.
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