- Uma juíza de Nova York, Phaedra F. Perry-Bond, decidiu pela extinção do processo movido por Misa Hylton contra Mary J. Blige e emitiu um alerta após Hylton não responder à defesa.
- Blige e seus advogados argumentaram que a empresa de Hylton, M.I.S.A. Management, não é uma corporação válida nem Hylton é licenciada como agente de talentos, enfraquecendo a alegação de interferência contratual.
- A defesa afirmou que a ação foi movida apenas para assediar Blige com base em animosidade pessoal, sem fundamentos.
- A ação dizia que Blige tentou levar o rapper Vado (Teeyon Winfree) a rescindir o contrato de gestão em favor de uma empresa de Blige, a Beautiful Life Productions, e que houve exclusão de Hylton de reuniões.
- A decisão ressalta que abandonar acusações após uma moção de rejeição pode abrir caminho para sanções futuras, embora não haja sanções imediatas.
Mary J. Blige teve independentemente a ação movida por Misa Hylton rejeitada pela Justiça de Nova York. A decisão, proferida na terça-feira, derrubou a ação por alegações de dano e abuso de poder envolvendo a gestão de artista Vado, pelo qual Hylton reivindicava direito de interferência contratual.
O juiz Phaedra F. Perry-Bond considerou que Hylton abandonou as alegações ao não responder à proposta de dismiss, apresentada pela defesa de Blige. A corte não aplicou sanções formais, mas deixou claro o descontentamento com o comportamento processual.
Decisão e argumentos
A defesa de Blige sustentou que M.I.S.A. Management não era uma empresa devidamente constituída em Nova York e que Hylton não possuía licença de agente de talentos, requisito legal para a matéria. Argumentos indicaram que a ação carecia de elementos necessários para sustentar a acusação.
Além disso, a defesa alegou que Hylton buscava apenas causar constrangimento à artista por meio de acusações sem respaldo. Os advogados de Blige destacaram que Winfree, coautor apontado como parte do litígio, atrasou lançamentos devido a entraves com autorizações.
Contexto e envolvidos
Hylton, stylist próxima de Blige na década de 1990, moveu a ação em 29 de abril, afirmando que Blige teria tentado alavancar o músico Vado para transferir sua gestão para a Beautiful Life Productions. O processo incluía ainda o co-demandante Teeyon Winfree, conhecido como Vado.
Antes do pedido de dismiss, a equipe jurídica de Blige pediu a retirada imediata das acusações como medida de proteção. A defesa apontou falhas administrativas e de contrato para sustentar as afirmações de interferência.
Desenvolvimento recente
Hylton, Winfree e o representante legal não se manifestaram de imediato sobre o desfecho. Winfree, que integrou o duo U.N. com Cam’ron, havia divulgado trabalhos colaborativos com Blige em redes sociais.
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