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Mary J. Blige vence arquivamento de processo sem fundamento da ex de Sean Combs

Justiça de Nova York rejeita ação de Misa Hylton contra Mary J. Blige por alegações sem base e emite aviso sobre litígios futuros

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Mary J. Blige in March in Beverly Hills, California.
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  • Uma juíza de Nova York, Phaedra F. Perry-Bond, decidiu pela extinção do processo movido por Misa Hylton contra Mary J. Blige e emitiu um alerta após Hylton não responder à defesa.
  • Blige e seus advogados argumentaram que a empresa de Hylton, M.I.S.A. Management, não é uma corporação válida nem Hylton é licenciada como agente de talentos, enfraquecendo a alegação de interferência contratual.
  • A defesa afirmou que a ação foi movida apenas para assediar Blige com base em animosidade pessoal, sem fundamentos.
  • A ação dizia que Blige tentou levar o rapper Vado (Teeyon Winfree) a rescindir o contrato de gestão em favor de uma empresa de Blige, a Beautiful Life Productions, e que houve exclusão de Hylton de reuniões.
  • A decisão ressalta que abandonar acusações após uma moção de rejeição pode abrir caminho para sanções futuras, embora não haja sanções imediatas.

Mary J. Blige teve independentemente a ação movida por Misa Hylton rejeitada pela Justiça de Nova York. A decisão, proferida na terça-feira, derrubou a ação por alegações de dano e abuso de poder envolvendo a gestão de artista Vado, pelo qual Hylton reivindicava direito de interferência contratual.

O juiz Phaedra F. Perry-Bond considerou que Hylton abandonou as alegações ao não responder à proposta de dismiss, apresentada pela defesa de Blige. A corte não aplicou sanções formais, mas deixou claro o descontentamento com o comportamento processual.

Decisão e argumentos

A defesa de Blige sustentou que M.I.S.A. Management não era uma empresa devidamente constituída em Nova York e que Hylton não possuía licença de agente de talentos, requisito legal para a matéria. Argumentos indicaram que a ação carecia de elementos necessários para sustentar a acusação.

Além disso, a defesa alegou que Hylton buscava apenas causar constrangimento à artista por meio de acusações sem respaldo. Os advogados de Blige destacaram que Winfree, coautor apontado como parte do litígio, atrasou lançamentos devido a entraves com autorizações.

Contexto e envolvidos

Hylton, stylist próxima de Blige na década de 1990, moveu a ação em 29 de abril, afirmando que Blige teria tentado alavancar o músico Vado para transferir sua gestão para a Beautiful Life Productions. O processo incluía ainda o co-demandante Teeyon Winfree, conhecido como Vado.

Antes do pedido de dismiss, a equipe jurídica de Blige pediu a retirada imediata das acusações como medida de proteção. A defesa apontou falhas administrativas e de contrato para sustentar as afirmações de interferência.

Desenvolvimento recente

Hylton, Winfree e o representante legal não se manifestaram de imediato sobre o desfecho. Winfree, que integrou o duo U.N. com Cam’ron, havia divulgado trabalhos colaborativos com Blige em redes sociais.

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