- Wagner Moura tornou-se o primeiro brasileiro a vencer o Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama, por O Agente Secreto, em Los Angeles (EUA).
- O prêmio ocorreu na noite de domingo, 11 de outubro, no The Beverly Hilton, e aumenta as expectativas para uma possível indicação ao Oscar.
- Em discurso emocionado, o ator agradeceu ao Globo de Ouro, à equipe e a Kleber Mendonça Filho, além de dedicar o prêmio ao Brasil e à cultura brasileira.
- Moura já tinha sido indicado ao Globo de Ouro em 2016, na categoria Televisão, pelo papel de Pablo Escobar em Narcos, mas não ganhou.
- O artista baiano, de 49 anos, vive em Los Angeles com a esposa, Sandra Delgado, e os três filhos; soma carreira no cinema, televisão e streaming.
Wagner Moura ganhou o Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama por O Agente Secreto, em Los Angeles. O prêmio, entregue no The Beverly Hilton, marcou o primeiro Globo de Ouro do ator brasileiro nessa categoria. Moura recebeu a honraria em festa realizada neste domingo, 11, nos Estados Unidos.
O ator baiano de 49 anos tornou-se o primeiro brasileiro a conquistar esse reconhecimento na categoria de Drama. A cerimônia contou com a presença de colegas de atuação e da equipe de produção do filme de Kleber Mendonça Filho. Moura agradeceu durante o discurso, destacando a memória, o trauma geracional e a contribuição da cultura brasileira.
Premiação e recepção
A vitória de Moura é vista como indicador relevante para o Oscar, com analistas apontando o prêmio como termômetro para as indicações futuras. Em 2016, Moura já havia sido indicado ao Globo de Ouro na TV, em Narcos, mas não levou a categoria. A premiação de 2026 reforça a projeção internacional do ator.
Trajetória e contexto
Formado em Jornalismo pela UFBA, Moura atuou em televisão, cinema e streaming. Entre os destaques estão O Agente Secreto, Tropa de Elite e Narcos, além de trabalhos no cinema como Abril Despedaçado e Cidade Baixa. O ator reside em Los Angeles com a esposa, Sandra Delgado, e os três filhos do casal.
Sobre O Agente Secreto
O filme de Kleber Mendonça Filho aborda memória e trauma geracional, com Moura no papel central. O reconhecimento internacional reacende a discussão sobre o cinema brasileiro em palcos globais e abre espaço para novas indicações em premiações internacionais.
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