- Henri Castelli teve convulsão durante a primeira Prova do Líder do BBB 26, na manhã de 14, e precisou de atendimento médico após cerca de dez horas de resistência.
- Mais tarde, teve novo mal-estar e foi retirado da dinâmica para cuidados médicos; informou que foi a primeira crise epiléptica.
- O ator convive desde o fim de 2020 com sequelas permanentes no rosto, provocadas por agressão em uma festa em Alagoas, incluindo mandíbula fraturada e cirurgia de reconstrução com pinos, fios de aço e parafusos.
- Os agressores identificados foram Bernardo Malta de Amorim e Guilherme Accioly Ferreira, que disseram ter reagido a uma suposta investida inicial do ator.
- Castelli já passou por várias cirurgias de reconstrução facial e desenvolveu parestesia crônica; continua acionando os responsáveis por danos morais e lesão corporal.
Henri Castelli, 47, viveu momentos de instabilidade durante a Prova do Líder do BBB 26 na manhã desta quarta-feira, 14. O ator teve uma convulsão após cerca de 10 horas de participação na dinâmica e precisou receber atendimento médico em um hospital.
Mais tarde, Castelli voltou a apresentar mal-estar e foi retirado da atividade pela produção para novos cuidados. No reality, ele revelou que aquela foi a primeira crise epiléptica que enfrentou.
Além do incidente no programa, o artista carrega sequelas de uma agressão ocorrida no final de 2020, durante festa em Alagoas. A agressão resultou em uma fratura exposta da mandíbula, que exigiu uma cirurgia de reconstrução com uso de pinos, fios de aço e parafusos, deixando marcas definitivas no rosto.
Contexto da agressão de 2020
Os autores do ataque, identificados como o empresário Bernardo Malta de Amorim e o corretor Guilherme Accioly Ferreira, disseram à época que o ator estaria alterado e que reagiu a uma suposta investida inicial dele. Castelli passou por diversas cirurgias de reconstrução facial após o episódio.
Como consequência, o ator desenvolveu parestesia crônica, com perda de sensibilidade no lado direito do rosto e no queixo, além de traumas emocionais duradouros. Em entrevista na época, Castelli descreveu a sensação de ter a boca “pendurada” e relatou dificuldade para a mastigação.
Mesmo com a recuperação física, o artista mantém o processo judicial contra os envolvidos, movido para pleitear danos morais e lesão corporal. A defesa afirma que as conclusões médicas apontam para consequências permanentes dos ferimentos.
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