- Henri Castelli, 47 anos, sofreu duas crises convulsivas nesta quarta-feira (14) dentro da casa do BBB 26, durante a Prova do Líder, a primeira pela manhã e a segunda após retornar ao confinamento.
- Ele recebeu atendimento médico em um hospital e voltou a participar da disputa à tarde.
- A neurologista Liz Rebouças afirma que não é comum ter crises convulsivas repetidas e que isso exige investigação diagnóstica adicional.
- Entre as possíveis causas estão desidratação extrema, calor, esforço físico intenso e condições neurológicas como epilepsia; o texto cita ainda que crises podem ter gatilhos variados.
- O Manual MSD descreve dois tipos de convulsões: epilépticas (sem gatilho claro) e não epilépticas (surgem de condições reversíveis ou temporárias).
Henri Castelli, 47, teve duas convulsões durante o BBB 26 nesta quarta-feira (14). A primeira ocorreu na Prova do Líder, pela manhã, após 10 horas de resistência, levando o artista a receber atendimento médico e ser encaminhado a um hospital. No período vespertino, ele retornou ao confinamento e enfrentou o segundo episódio.
Especialistas explicam que as convulsões são distúrbios da atividade elétrica cerebral. Em adultos, a ocorrência de uma convulsão em algum momento da vida é relativamente comum, segundo informações médicas citadas pela imprensa. A repetição no mesmo dia, porém, merece investigação.
O que pode ter causado as crises é tema de avaliação clínica. Neurocirurgiões destacam que convulsões podem sinalizar sangramento, tumores ou infecções cerebrais, além de desequilíbrios eletrolíticos decorrentes de desidratação. Condições como epilepsia também são consideradas em crises recorrentes.
Fatores e possibilidades
Relatórios médicos mencionados pela CNN Brasil trazem ainda que jejum prolongado, estresse extremo, privação de sono, uso de sedativos ou álcool podem contribuir para crises convulsivas. Em contextos como o BBB, fatores ambientais e físicos intensos são relevantes para o monitoramento.
Especialistas lembram a diferença entre convulsões epilépticas e não epilépticas. A primeira tende a ocorrer sem gatilho claro e pode indicar epilepsia se repetir. Já as não epilépticas costumam ter causa reversível ou temporária, como desidratação ou infecção.
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