- Sheinelle Jones retornou ao “Today” em parceria com Jenna Bush Hager, após lançar o novo programa com convidados, incluindo Oprah Winfrey.
- O anúncio acontece em meio à vivência do luto após a morte do marido, Uche Ojeh, em maio do ano passado, aos 45 anos, vítima de glioblastoma.
- Jones revelou que teme não saber como sorrir ou rir novamente, após passar meses ao lado dele em regime de hospice.
- O casal teve três filhos: Kayin, 16, e as gêmeas Clara e Uche, 13; a mãe diz que a família continua como prioridade.
- A apresentadora destacou o glioblastoma como difícil de tratar e disse estar dedicada a conscientizar sobre a doença, na esperança de avanços futuros.
Sheinelle Jones retornou ao ar com a estreia de seu novo programa ao lado de Jenna Bush Hager, no Today. A transmissão de estreia contou com a participação de Oprah Winfrey como convidada. A apresentadora revelou, porém, que temeu não conseguir sorrir após a perda do marido.
O marido de Jones, Uche Ojeh, morreu em maio do ano passado, aos 45 anos, após uma agressiva batalha contra glioblastoma. Ela acompanhou o diagnóstico de perto, passando longos períodos ao lado dele em casa de hospice. Ojeh deixou três filhos: Kayin, 16, e as gêmeas Clara e Uche, 13.
Jones, 47, só retornou ao trabalho formal em setembro, quatro meses após a morte do marido. O apoio de colegas da NBC, como Savannah Guthrie, Al Roker e Craig Melvin, ajudou na fase de luto e adaptação à vida sem o companheiro.
A volta ao vivo e os bastidores
A estreia de “Jenna and Sheinelle” ocorreu em uma faixa de 10h, com olhos voltados para o público que acompanha a dupla no matutino. Jones disse que o retorno foi um momento quase surreal, marcado pelo apoio da equipe e da audiência.
A jornalista relembrou o período em que ficou longe do estúdio, descrevendo um quadro intenso de cuidados com a família e com os filhos. Entre visitas de médicos e enfermeiras, ela manteve o foco nos seus filhos e na recuperação emocional.
Jones afirmou que não imaginava como seria retomar a rotina profissional após a perda. Mesmo assim, destacou que a família, a fé e o trabalho foram elementos centrais para seguir adiante, mantendo a prioridade nos filhos.
Sobre a doença e a esperança
A apresentadora explicou que o glioblastoma é difícil de tratar, especialmente quando o tumor está no cérebro. Em alguns casos é possível remoção, mas nem sempre é viável, dependendo da localização e do estágio.
Ela ressaltou a importância de conscientizar sobre a doença, citando que ainda não existe cura eficaz para o glioblastoma. Jones afirmou que a busca por avanços continua para beneficiar futuras famílias.
O caso de Uche Ojeh foi compartilhado com o objetivo de humanizar o impacto da doença. Jones ressaltou a coragem do marido durante todo o tratamento e a necessidade de apoio contínuo aos pacientes e familiares.
Jones também mencionou que, mesmo diante do luto, mantém vivo o compromisso com os filhos. Ao falar sobre o legado, reforçou a ideia de que a trajetória familiar pode inspirar iniciativas de conscientização e pesquisa.
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