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Celebridades vestem preto no funeral de Valentino; homenagens em vermelho

Com a morte de Valentino, o vermelho Valentino volta à ribalta, impulsionado pela Pantone 2347C e tributos que destacam a cor em capas e cerimônias

The actor Liz Hurley and her son, Damian, at the funeral in Rome on Friday.
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  • No funeral de Valentino, em Roma, a maioria dos presentes usou preto, incluindo Anne Hathaway, Anna Wintour, Donatella Versace e Tom Ford; Damian Hurley, filho de Liz Hurley, complementou o visual com um cachecol vermelho vibrante.
  • A morte do designer, aos 93 anos, reacende o debate sobre o vermelho Valentino e o tom característico que ele usava.
  • A Vogue Italia dedicou a capa de fevereiro a uma leitura do vermelho Valentino; Donatella Versace apareceu com um terno vermelho vivo para o tributo.
  • Valentino criou a primeira “ Fiesta” em 1959; o tom vermelho é descrito como scarlet com leve toque de azul, valorizando diferentes tons de pele pela sua luminosidade.
  • Especialistas dizem que o vermelho de Valentino permanece ligado ao legado do designer, enquanto há uma retomada mais ampla dessa cor na moda; a revista escolheu o Pantone 2347C para a homenagem.

A morte do designer italiano Valentino Garavani, aos 93 anos, reacendeu o debate sobre o vermelho Valentino. A aura da cor, marcante em suas criações, voltou a dominar a pauta fashion após o anúncio do falecimento.

Durante o funeral, realizado em Roma, nomes de peso da moda e do cinema prestaram homenagem. Vestidos pretos dominaram o salão, mas houve destaque para elementos vermelhos de acentos pessoais, como um cachecol vermelho vivo usado por Damian Hurley, filho de Elizabeth Hurley, em apoio ao momento.

A ocasião também elevou a discussão sobre o tom específico de vermelho associado ao estilista. A tonalidade, descrita como rubro com nuance de azul, é considerada parte essencial de seu legado, e foi tema de cobertura de revistas de moda.

A Vogue Italia divulgou a capa de fevereiro com uma releitura do vermelho Valentino, criada em parceria com a Fundação Valentino para reproduzir o hue Pantone mais próximo da cor icônica. O objetivo foi manter a referência histórica e a vibração luminosa.

Diversas personalidades da indústria, como Donatella Versace e Anna Wintour, estiveram presentes no velório em Roma, contribuindo para a visibilidade da estética associada ao designer. A cerimônia reuniu figuras de peso internacional.

A repercussão vai além do funeral. O vermelho aparece em exposições e publicações que remontam a trajetória de Valentino, desde a primeira criação, a Fiesta de 1959, até a consagração de uma cor que se tornou símbolo de luxo, poder e elegância.

Especialistas destacam o papel do tom na percepção de pele e iluminação. A tonalidade escolhida para a homenagem, segundo curadores, transmite luminosidade e mantém o vínculo com a imagem histórica do estilista, que definiu o uso do vermelho em toda a sua carreira.

Analistas lembram que o vermelho de Valentino transcende o próprio designer. Mesmo após sua morte, a cor continua a influenciar moda, com aplicações que vão desde passarelas até editoriais, mantendo viva a referência histórica que ele estabeleceu.

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