- Shaniqua Tompkins afirma ter sido coagida a assinar direitos de vida com a G-Unit Books, sob ameaças e pressão financeira relacionada a 50 Cent e sua equipe.
- A ação da G-Unit Books, movida em julho de 2025, contesta vídeos publicados por Tompkins em 2023 e 2025 que apresentariam detalhes da relação com o rapper.
- Tompkins alega que o intermediário Chris Lighty atuou em favor de 50 Cent, dizendo que o acordo era “não negociável” e que haveria consequências severas se não assinasse.
- Ela diz ter ficado financeiramente dependente do rapper, tendo sido pressionada a sair de um negócio imobiliário para assinar o acordo.
- O documento diz que o acordo previa oitenta mil dólares, mas Tompkins afirma ter recebido apenas trinta e cinco mil dólares; a G-Unit Books busca um milhão de dólares em danos e custos legais.
Shaniqua Tompkins, ex-namorada de 50 Cent, contesta processo movido pela G-Unit Books, afirmando ter sido coagida a assinar direitos de vida sob assédio e pressão financeira. A ação envolve vídeos publicados em 2023 e 2025 em que ela relata detalhes de relacionamento com Curtis Jackson, antes de sua ascensão à fama.
A disputa legal, iniciada em julho de 2025, sustenta que as declarações públicas violam um Acordo de Direitos de Vida assinado em 2007, que conferiu à editora controle exclusivo sobre a vida, o nome e a imagem de Tompkins. A defesa alega coerção e abuso de poder por parte de Jackson e de sua equipe.
Tompkins afirma, em termos de declaração juramentada obtida pela imprensa, ter dependência financeira integral de 50 Cent e ter sido pressionada a deixar um negócio imobiliário para garantir esse vínculo. O suposto intermediário seria o falecido Chris Lighty, ex-gerente de Jackson, que teria comparecido ao quarto de hotel em Las Vegas e dito que o acordo não era negociável.
Segundo a queixa, Lighty também teria alertado sobre consequências graves caso o acordo não fosse assinado, levando Tompkins a acreditar não ter opção. Ela alega ainda que Jackson usaria seu poder público para pressioná-la, o que a deixou sem alternativas e sob risco para si e para os filhos.
O processo descreve que o pagamento prometido pelo acordo era de 80 mil dólares, mas Tompkins sustenta ter recebido apenas 35 mil e que a G-Unit Books não cumpriu com os termos divulgados. Em dezembro de 2025, a editora solicitou um veredito default na Justiça Federal de Nova York, buscando uma indenização de 1 milhão de dólares, juros e custas processuais.
A defesa de Jackson afirmou que os direitos foram adquiridos para preservar projetos biográficos futuros, bem como para evitar que Tompkins monetize o histórico de ambos. O argumento foi apresentado pela equipe jurídica do rapper, que destacou preocupações com o uso indevido da relação em narrativas públicas.
A disputa permanece em fase processual, com tramitações previstas para avaliar alegações de coerção, validade do acordo e eventual reparação financeira. Não houve manifestação pública sobre o andamento do caso além das informações já apresentadas nos autos.
Entre na conversa da comunidade