- Kanye West, também conhecido como Ye, detalha os episódios de mania que levaram a comentários antissemita.
- Em anúncio na Wall Street Journal, ele pediu desculpas a quem machucou, atribuindo parte do comportamento a um transtorno bipolar tipo 1 decorrente de lesões do acidente de carro.
- Em entrevista por e-mail à Vanity Fair, Ye diz que o pedido de desculpas não foi para fins comerciais e reforça que não é nazista nem antissemita, e que ama pessoas judaicas.
- O rapper descreve um episódio manic que durou quatro meses em 2025, tratamento médico e internação de reabilitação na Suíça, com ajustes de medicação.
- Em fevereiro de 2025, afirmou ter sido diagnosticado com autismo, mas afirmou que esse diagnóstico não era correto; o texto do WSJ também aponta a complexidade da questão.
Kanye West, também conhecido como Ye, elaborou sobre seus episódios maníacos e as declarações antissemitas que geraram condenação pública. O rapper pediu desculpas em um contexto de tratamento de saúde mental, afirmando buscar responsabilidade, tratamento e mudanças reais.
Em declarações recentes, Ye afirma que as afirmações foram influenciadas por transtorno bipolar e por lesões cerebrais decorrentes de um acidente grave de carro. O relato foi feito após uma publicidade de página inteira veiculada no Wall Street Journal.
Em entrevista por e-mail à Vanity Fair, o artista detalha o peso emocional de suas ações durante episódios maníacos e a tentativa de manter vínculos familiares e amizades de longa data. Ele afirma que o foco é demonstrar amor e positivismo.
O histórico de controvérsias inclui críticas a comunidades negras e ataques a judeus, além de ações como a exibição de mensagens controversas em roupas. Tais atitudes resultaram na ruptura de parcerias comerciais e afastamentos de representantes.
Sobre o tratamento, Ye descreve uma redução progressiva de dosagens e uma readequação de medicação em uma clínica de reabilitação na Suíça. Ele aponta que encontrar o equilíbrio adequado é crucial para a saúde e estabilidade.
Em fevereiro de 2025, o artista afirmou ter recebido uma reavaliação médica que contestou o diagnóstico bipolar, sugerindo autismo. Subsequentemente, ele informou que essa avaliação não estava correta e que continua sob tratamento para transtornos mentais.
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