- Matheus deixou o BBB 26 com 79,48% de rejeição e fez uma autocrítica profunda sobre o jogo.
- Em entrevista exclusiva, ele afirmou ter confundido estratégia com obsessão, não conseguindo ouvir o entorno e reconhecendo ter ido duro demais.
- O gaúcho admitiu exagero de opiniões e falas que não condizem com seus valores, destacando dificuldades de comunicação dentro da casa.
- Sobre o desfile na casa, disse que não teve intenção de atingirem ninguém e classificou a apresentação como infeliz na brincadeira, com trejeitos homofóbicos.
- Ele disse aceitar responsabilidade, ressaltando o peso do contexto do confinamento, a força dos fãs de Ana Paula Renault e a necessidade de lidar melhor com temas sensíveis; citou a influência da mãe, Karen Amaro.
Matheus, participante do BBB 26, concedeu uma entrevista exclusiva ainda fora da casa para a Quem, realizada nos bastidores da Rádio Globo, em 29 de janeiro. O gaúcho encerrou o jogo com o maior índice de rejeição da temporada, 79,48% da média dos votos, e abriu o jogo sobre erros, ganância e a dificuldade de ouvir o entorno.
Em análise retrospectiva, ele afirmou ter confundido estratégia com obsessão e reconheceu que não havia como manter a ideia de que só ele estava certo. O ex-brother disse ter se mostrado cabeça dura e admitiu arrependimento com o passar de 48 horas desde a saída.
Ao longo da conversa, Matheus admitiu exagero no tom das falas e reconheceu ter extrapolado em momentos de jogo, o que, segundo ele, acabou destoando de seus valores externos. Ele afirmou que deveria ter dosado a intensidade durante a convivência no confinamento.
Contexto do jogo e autocrítica
O gaúcho descreveu o confinamento como um ambiente em que a tensão amplifica o raciocínio e a percepção de defesa do próprio espaço. Disse ser o único representante de seu sonho no BBB, sem apoio externo para esclarecimentos durante o jogo.
Ele avaliou que a defesa pessoal acabou virando ataque e que a obsessão por vencer gerou uma ganância que prejudicou a condução de seu posicionamento dentro da casa. A autocrítica incluiu o reconhecimento de falas infelizes, inclusive uma apresentação de desfile de moda com trejeitos considerados homofóbicos.
Desfile e repercussões
Matheus explicou que não teve a intenção de atingir um grupo ou gênero, classificando a fala como infeliz e não condizente com seu círculo. Disse que a brincadeira não refletia seus valores e que precisaria lidar melhor com temas sensíveis ao retornar à vida fora do confinamento.
O ex-BBB ressaltou que houve interpretações errôneas de algumas falas e que, diante do conjunto, o contexto acabou pesando sobre a leitura do público. Também apontou a força dos fãs da adversária como fator relevante no jogo.
Relações pessoais e próximos passos
Entre as falas citadas, ele mencionou a relação com a adversária Ana Paula Renault, destacando que não conhecia bem a oponente fora da casa. Afirmou ter entendido que underestimou a força da opposing player e que poderia ter conduzido melhor seu debate diário.
Ao falar da mãe, Karen Amaro, Matheus voltou a enfatizar o ambiente de formação familiar. A entrevistada descreveu a mãe como uma mulher negra, educadora, com posicionamento firme em temas sociais, reconhecendo o peso dessa influência.
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