- Virgínia Fonseca recriou o look icônico de Luma de Oliveira em um ensaio para o portal Gshow, posando com uma coleira que traz o nome do namorado, Vini Jr.
- A fantasia reacende debates sobre submissão, lembrando polêmica de 1998; em 2022 Erika Januza fez uma versão sem referência ao parceiro.
- Erika Januza trocou a referência pelo apelido da bateria da Viradouro, “Furacão”, para evitar a associação direta ao namorado.
- Sabrina Sato também referenciou a fantasia, usando a coleira com o nome do noivo, Duda, em tom mais literal.
- Luma de Oliveira, em 2020, disse que a coleira pode simbolizar libertação; Virginia Fonseca afirma não ser submissa e que usa a peça para celebrar o relacionamento.
Virgínia Fonseca movimentou a internet ao recriar o look icônico de Luma de Oliveira em um ensaio para o portal Gshow. A influenciadora posou com uma fantasia que inclui uma coleira com o nome do namorado, Vini Jr.
A repercussão foi rápida nas redes, com debates sobre o significado da peça. Ao longo dos anos, a fantasia gerou controvérsia por representar possível submissão feminina, tema antigo que volta a ganhar atenção em carnavais e conteúdos digitais.
Antes deste caso, outra atriz já tinha feito adaptação para evitar polêmicas. Erika Januza, rainha de bateria da Viradouro, trocou o nome pela alcunha da escola, Furacão, apagando a referência direta ao namorado de então.
Contexto histórico
A discussão sobre o adereço foi retomada por Luma de Oliveira, em 2020, quando ela declarou à Folha de S. Paulo que a coleira pode simbolizar libertação e autonomia feminina, desde que haja escolha e consentimento.
Virgínia Fonseca declarou aos seus seguidores que a estética escolhida não tem relação com submissão e reforçou que o momento é de celebração, sem avaliar o comportamento de terceiros. A influenciadora não comentou a interpretação de terceiros sobre o look.
Repercussões no Carnaval
Sabrina Sato também repercutiu a referência, ao escolher uma versão da fantasia que mencionava o nome do noivo, Duda, em tom mais literal. A discussão cultural sobre identidades, símbolos e performances permanece em pauta no meio digital.
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