- Sheila Mello, 47 anos, será madrinha do Bloco Love Life em São Paulo, com desfile a partir das 10h de domingo, na Avenida Arquiteto Carlos Bratke, na Zona Sul.
- O Bloco Love Life cresceu de 500 participantes na primeira edição, em 2019, para mais de 50 mil foliões em 2025.
- Além do bloco em SP, Sheila fará parte da bateria da União Imperial no Carnaval de Santos, no próximo fim de semana.
- A filha de Sheila, Brenda, de 12 anos, mostrou interesse pelo Carnaval neste ano, buscando uma folia mais voltada para adolescentes.
- A cantora destaca que o Carnaval de rua é mais espontâneo e alegre, com menos rigidez que as escolas de samba.
Sheila Mello, 47 anos, será madrinha do Bloco Love Life em São Paulo neste domingo (8). O cortejo ocorre a partir das 10h na Avenida Arquiteto Carlos Bratke, na Zona Sul. O evento é gratuito e reúne foliões de rua.
O Bloco Love Life, criado em 2019, teve crescimento expressivo: saiu de 500 participantes na estreia para mais de 50 mil em 2025. A confirmação da participação da atriz e dançarina foi anunciada pela organização no início do evento matinal.
A performance de Sheila no Carnaval de rua é valorizada pela espontaneidade do bloco, que prioriza a alegria. Ela destaca que o formato livre facilita a aproximação entre foliões e artistas, em contraste com as exigências das escolas de samba.
Sobre a participação de Sheila e a família
A artista é mãe de Brenda, 12 anos, do casamento com Fernando Scherer, separado em 2022. A filha demonstrou interesse pelo Carnaval neste ano, buscando algo voltado para adolescentes, segundo a própria Sheila.
Sheila também comenta que o Carnaval de rua a atrai pela despretensão e pela energia coletiva. Embora tenha atuado como musa de bateria de outras escolas, ela valoriza os dois formatos, com experiências diferentes e enriquecedoras.
Agenda para o Carnaval 2026
Além de desfilar no Bloco Love Life, Sheila integrará a bateria da União Imperial no Carnaval de Santos, em fim de semana próximo. Ela também tem compromissos profissionais em Belém, São Paulo e Salvador, conectando trajetória na dança ao repertório do grupo É o Tchan.
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