- No Grammys, Billie Eilish, Hailey Bieber e Justin Bieber usaram pins pretos e brancos com a inscrição “ICE out”, condenando ações do ICE (Departamento de Segurança Interna dos EUA).
- A ação segue os pins “Be Good” vistos no Golden Globes, em memória a Renee Good, uma cidadã norte-americana morta durante operação do ICE, e a Chris Porter Jr.
- A campanha é apoiada por organizações como a American Civil Liberties Union, incentivando artistas e a sociedade a se manifestarem de forma pública.
- Vendas e customizações de pins anti‑ICE ganharam espaço internacional, com exemplos de lojas no Reino Unido e tutoriais no TikTok, além de camisetas com mensagens associadas.
- Especialistas apontam que o movimento pode ser visto como ativismo performático, mas há quem defenda que ações criativas incentivem a participação pública e ações futuras.
Ao red carpet, o movimento anti-ICE ganha protagonismo com pin badges que viraram acessório essencial. No Grammy de domingo, Billie Eilish, Hailey e Justin Bieber vestiram pins pretos e brancos com a frase ICE out, criticando as ações do ICE.
O gesto integra uma campanha apoiada por organizações como a American Civil Liberties Union. Organizadora such Nelini Stamp afirma que é necessário que a sociedade civil se manifeste, incluindo artistas e personalidades públicas. A repercussão já ultrapassa os EUA.
Paralelamente, Pins com a mensagem Be Good foram usados no Golden Globes, em memória de Renee Good, morta em operações do ICE, e de Keith Porter Jr, morto por um agente em Los Angeles. O cenário aponta para protestos culturais como forma de expressão política.
Expansão internacional e curadoria criativa
Com a adesão de criadores independentes, plataformas como TikTok popularizaram tutoriais de confecção de pins. Vendedores da Etsy passaram a oferecer versões próprias, ampliando o alcance do movimento para além do território americano. Em Londres, um vendedor comercializa conjuntos com as mensagens Abolish ICE e Nobody is illegal.
Komina Guevara, artista de miçangas de Missouri, produz acessórios com ICE out e FCK ICE que podem ser presos a pins ou usados em correntes. Acredita que esse tipo de protesto oferece uma forma de confiança para quem enfrenta receio de se manifestar.
Tendência semelhante ganha espaço em other itens. Camisetas com trechos de discurso de Bad Bunny circularam logo após o Grammy, e a cantora e fãs devem usar a exposição no Super Bowl para reforçar a mensagem anti-ICE.
Contexto e debate público
O termo ICE inspira uma variedade de peças, desde gráficos com gelo derretendo até slogans provocativos. Em Copenhagen, Ella Emhoff, neta da ex-vice-presidente Kamala Harris, vestiu uma camiseta com ilustração de urso polar e a mensagem The wrong ICE is melting.
Em um post no Instagram, Emhoff manifestou apoio a centros de recursos para imigrantes, ampliando o debate sobre políticas de imigração. A presença de mensagens políticas em eventos de entretenimento é tema de discussão sobre alcance e autenticidade.
Paralelamente, nail art com tema anti-ICE e camisetas com trechos de discursos também aparecem, ampliando o repertório de ações de protesto no mundo da moda e da cultura pop.
Perspectivas de engajamento público
Especialistas em cultura cívica apontam que esse tipo de ativismo busca criar vínculos entre público e causas sociais. Projetos de artesanato assistem na mobilização para ações concretas, como participação em protestos ou doações a organizações locais. A ideia é transformar expressão criativa em ações reais.
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