- Fabíola de Andrade, 39 anos, rainha de bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel, enfrentou altos e baixos na saúde mental em 2025 após a prisão do marido, Rogério de Andrade, patrono da escola.
- Rogério de Andrade é apontado como patrono da escola de samba.
- Em entrevista à Quem durante o 1º ensaio técnico do grupo especial na Sapucaí, ela disse não ter feito terapia e que não sente necessidade.
- Ela afirma que encontra forças na espiritualidade e em pessoas que a ajudam a se reerguer quando está para baixo.
- A rainha destacou que o Carnaval funciona como uma terapia, ajudando a esquecer os problemas e trazendo alegria.
Fabíola de Andrade, 39, Rainha de bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel, viveu oscilações de saúde mental em 2025 após a prisão do marido, Rogério de Andrade, patrono da escola. A informação foi revelada durante o 1º ensaio técnico do grupo especial na Sapucaí.
A artista relatou que enfrenta momentos de alto e baixo uso de controle emocional, sem ter feito terapia e afirmando não precisar. Ela atribui o apoio a pessoas próximas e à fé como fatores que a ajudam a seguir em frente.
Segundo Fabíola, o Carnaval funciona como uma terapia para ela. Mesmo em dias ruins, a fantasia de estar com a comunidade traz alegria e alívio, servindo como impulso para superar sentimentos difíceis.
A entrevista ocorreu durante o ensaio técnico, momentos antes de o grupo se apresentar na avenida. A reportagem traz apenas a perspectiva da artista sobre a relação entre saúde mental e a preparação para o Carnaval.
Entre na conversa da comunidade