- Thalita Zampirolli desfilou no Sambão do Povo, em Vitória, usando fantasia com cerca de quarenta mil cristais austríacos.
- O look, no formato de trikini extra cavado, destacou a Rainha do Tambor da escola Chegou O Que Faltava no Carnaval 2026.
- A fantasia traz carrancas da África, símbolo de proteção, força e ancestralidade, além de um costeiro com cerca de seis mil penas de rabo de galo, disse a artista.
- Thalita, natural de Cachoeiro de Itapemirim, também é Rainha de Bateria da Unidos da Ponte, do Rio de Janeiro, e desfilou no enredo Orí – Sua Cabeça é Seu Guia.
- O desfile reforçou a participação da escola capixaba no Carnaval 2026 e a homenagem à trajetória da artista no canto da bateria.
Thalita Zampirolli voltou a chamar atenção no Carnaval de 2026 ao desfilar com uma fantasia de alto brilho no Sambão do Povo, em Vitória (ES). A rainha de bateria da Chegou O Que Faltava usou um look cravejado com cerca de 40 mil cristais austríacos, criado para o desfile que aconteceu na noite de sábado, 7 de fevereiro.
O figurino, em formato de trikini extra cavado, simboliza a Rainha do Tambor, figura que representa ritmo, condução e energia da bateria. Thalita nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo, e celebrou a oportunidade de desfilar em casa, destacando o significado de retornar ao estado onde começou.
Além dos pedrários, o traje contou com carrancas trazidas da África, elementos que remetem a proteção, força e ancestralidade. Um aspecto marcante foi o costeiro, que utilizou cerca de 6 mil penas de rabo de galos e foi elogiado pela leveza, permitindo maior liberdade de movimento durante a apresentação.
Detalhes do figurino
A fantasia também se destacou pela técnica de montagem e pelo conjunto de acessórios, reforçando a estética da escola no enredo Orí – Sua Cabeça é Seu Guia. Thalita exerce ainda o posto de rainha de bateria da Unidos da Ponte, no Rio de Janeiro, mantendo dupla função em diferentes capitais.
O desfile integrou o desenvolvimento do enredo da agremiação e reforçou o papel da Rainha do Tambor como símbolo de ritmo e de liderança da bateria. A apresentação ocorreu no contexto do Carnaval capixaba, com foco na performance e na expressividade da artista.
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