- O show de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl durou cerca de 13 minutos e atingiu aproximadamente 135,4 milhões de telespectadores, com referências à política, história e cultura porto-riquenha e uma mensagem final: “The only thing more powerful than hate is love.”
- Em contraste, o All-American Halftime Show da Turning Point USA teve 5,2 milhões de espectadores e destacou cultura americana, liberdade e fé, com Kid Rock performando vestindo um fedora e shorts jeans.
- A resposta de celebridades foi majoritariamente de apoio a Bad Bunny, incluindo elogios de Kacey Musgraves e Doechii; o ex-presidente Donald Trump criticou o show nas redes sociais.
- O desempenho contou com participações especiais, como Lady Gaga, e referências a Porto Rico, incluindo a bandeira e temas como apagão elétrico e gentrificação.
- Antes do show, Bad Bunny afirmou que queria que o público se divertisse e destacasse sua cultura; o quadro musical também foi ligado ao sucesso dele no Grammy e a premiações anteriores.
Bad Bunny fez uma apresentação de 13 minutos no intervalo do Super Bowl em Santa Clara, Califórnia, levando cerca de 135,4 milhões de telespectadores a acompanhar. A performance transformou o estádio Levi’s em uma celebração cultural, com referências à política, à história e à cultura porto-riquenha.
A cena incluiu efeitos visuais como canaviais, uma festa em casa e uma cerimônia de casamento com participação surpresa de Lady Gaga. A narrativa musical integrou elementos de identidade latino-americana, com sinais explícitos de apoio a uma noção ampla de “America”.
Em resposta, o show rival promovido pela Turning Point USA teve alcance menor, com 5,2 milhões de espectadores, defendendo cultura, liberdade e fé. A performance de Kid Rock ocorreu com cenário de estrela‑sol e faixa, com trechos possivelmente lip-sync.
Bad Bunny enfatizou uma ideia ampla de pertencimento ao mencionar diversas nações e territórios, além de reforçar a presença de Puerto Rico em seu discurso durante o espetáculo. A apresentação contou ainda com mensagens de apoio positivas de celebridades, sem direcionar críticas a atos anteriores.
Diversos artistas e figuras públicas elogiaram a apresentação. Entre eles, nomes da música como Kacey Musgraves e Doechii, que destacaram o impacto histórico e cultural do show. A repercussão entre fãs e veículos de divulgação foi amplamente positiva.
Entre as referências no palco, houve menção à bandeira de Puerto Rico e às tensões políticas da região. Elementos cenográficos incluíram uma ambientação que evocava a relação entre território, identidade e autonomia, sem abandonar a trilha musical de Bad Bunny.
Além do show, a cobertura destacou a participação de convidados como Ricky Martin, que performou em uma música de protesto contra gentrificação. O momento gerou destaque para debates sobre cultura, turismo e impactos sociais na ilha.
Antes do espetáculo, Bad Bunny havia indicado que desejava promover entretenimento com o toque cultural de sua origem. A expectativa era de que o público experimentasse uma celebração que unisse alegria, comunidade e diversidade.
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