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Juju Ferrari desiste de desfile no Carnaval e cita venda de cargos e valores

Juju Ferrari cancela desfile em 2026 e critica a cobrança para cargos de destaque; valores variam entre R$ 100 mil e R$ 300 mil

Juju Ferrari — Foto: Divulgação/CO - Assessoria
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  • Juju Ferrari, de 39 anos, não desfilará no Carnaval de 2026 por discordar da cobrança para ocupar cargos de destaque nas escolas de samba.
  • A influenciadora disse que recebeu convites há anos, mas os valores para ser rainha ou madrinha de bateria variam entre R$ 100 mil e R$ 300 mil.
  • Ela afirmou que a decisão não está ligada à recente maternidade; a filha mais nova, Márcia Catarina, nasceu no fim de 2025.
  • Segundo Juju, a cobrança deixou de ser pontual e passou a fazer parte da estrutura de negociação do Carnaval, limitando a participação de quem não aceita o custo.
  • A decisão não é um ataque ao Carnaval como manifestação cultural, apenas uma posição pessoal diante do formato atual.

Aos 39 anos, Juju Ferrari anunciou que não desfilará no Carnaval 2026. A influenciadora disse que discorda da cobrança financeira para ocupar cargos de destaque, como rainha ou madrinha de bateria, em escolas de samba.

A declaração veio após um seguidor questionar nas redes sociais a ausência dela nos desfiles. Juju afirmou que a maternidade não é o motivo principal da decisão, mesmo tendo acabado de dar à luz a filha Márcia Catarina no final de 2025.

Segundo a influenciadora, os valores cobrados para esses cargos variam entre 100 mil e 300 mil reais, prática que, na visão dela, tornou-se parte estruturante do Carnaval. Ela indicou que o problema não é a falta de convite, e sim o modelo de negociação atual.

Juju explicou que a escolha é pessoal e não representa um posicionamento contra o Carnaval como manifestação cultural. A influenciadora ressaltou que a própria maternidade não a impediria de desfilar, mas reiterou que a decisão está ligada à venda de cargos simbólicos.

A decisão foi comunicada sem indicar decorrências legais ou administrativas para as escolas. A discussão envolve a percepção sobre a comercialização de funções de destaque nos desfiles e a participação de artistas que discordam dessa prática. O tema continua gerando falas e debates no meio do Carnaval.

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