- Megyn Kelly criticou Meghan McCain por apoiar a apresentação de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl LX, em Santa Clara, Califórnia, no domingo.
- Kelly publicou uma resposta no X dizendo que o gosto da América conservadora não estaria alinhado com McCain.
- McCain elogiou a performance e disse, em X, que questionaria o gosto de quem não a aproveitou.
- Kelly afirmou ter problema com o show todo em espanhol, afirmando que há 310 milhões de norte-americanos que não falam espanhol.
- Kelly elogiou o show alternativo do Turning Point USA, enquanto McCain e o apresentador Piers Morgan divergiram sobre o tema.
Megyn Kelly reagiu de forma contundente às mensagens de Meghan McCain sobre o show de intervalo do Super Bowl 2026 apresentado por Bad Bunny. McCain havia demonstrado apoio à apresentação, realizada em Santa Clara, Califórnia, no domingo. Kelly usou a rede social X para afirmar que o gosto de parte da esquerda conservadora não corresponde ao de McCain.
A discussão começou após McCain divulgar uma mensagem elogiando o desempenho do artista porto-riquenho durante o evento. O show contou com participações especiais de Lady Gaga e Ricky Martin, além de tributos à herança latina. A repercussão levou Kelly a responder, destacando divergências ideológicas entre conservadores.
Kelly afirmou que, ao vê-lo atuando quase totalmente em espanhol, Bad Bunny estaria “esmagando” a ideia de se comunicar para todos os estadunidenses de forma unificada. Ela ressaltou que, para ela, o tom foi politizado, mesmo sem confirmar mensagens explícitas de crítica ao país.
Piers Morgan também se envolveu na discussão, ao concordar com McCain e convidar Kelly para debater o tema em seu programa. Em resposta, Kelly manteve sua posição, chamando a atenção para o uso da língua e para o contexto político do artista.
Durante o show, Bad Bunny exibiu referências à sua origem, alternando entre espanhol e momentos em que subiu ao palco com outras estrelas latino-americanas. Parte do público acompanhou a performance com atenção aos aspectos culturais e à diversidade apresentada no palco.
Além da apresentação principal, Turning Point USA organizou um show de intervalo alternativo, com artistas como Kid Rock, Brantley Gilbert, Lee Brice e Gabby Barrett, em protesto. A diferença de formato gerou novos debates sobre o papel de eventos esportivos na política cultural.
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