- Maria Gal, 50 anos, será destaque na abertura do desfile da Unidos da Tijuca no Carnaval de 2026, representando Carolina Maria de Jesus.
- O enredo da escola homenageia a escritora Carolina Maria de Jesus, autora de Quarto de Despejo e Diário de uma Favelada, na Sapucaí.
- Ela usará o mesmo figurino do filme ao lado do presidente da escola, Fernando Horta, que fará o papel de Dr. Euripedes Barsanulfo.
- A atriz emagreceu 11 quilos durante a preparação para o longa Carolina Maria de Jesus, com acompanhamento médico, treino regular e readequação da alimentação.
- Maria Gal destaca o Carnaval como espaço de potência cultural e reforça a importância do protagonismo de mulheres negras e intelectuais.
Maria Gal, atriz de 50 anos, será destaque na Unidos da Tijuca durante o Carnaval 2026, em homenagem a Carolina Maria de Jesus, autora de Quarto de Despejo. A abertura do desfile a mostrará como Carolina, ao lado do presidente Fernando Horta, caracterizado como Dr. Eurípides Barsanulfo.
O enredo da escola na Sapucaí revisita a vida da escritora, de 1914 a 1977, destacando sua contribuição para a literatura brasileira e a visão sobre a população negra e periférica. Maria Gal também comenta a relação entre cinema e Carnaval na apresentação daquele legado.
Antes da folia, a atriz revelou ter emagrecido 11 kg em cerca de um ano para as filmagens do longa Carolina Maria de Jesus. A mudança envolveu ajuste alimentar, jejum intermitente supervisionado e suplementação, orientados pela médica Heloísa Rocha, com foco no equilíbrio metabólico.
No dia a dia, houve intensificação da prática de atividades físicas, com academia, corrida e treinos funcionais. Maria Gal afirma ter ganhado energia, foco e qualidade de vida, mantendo a prática de exercícios como parte de uma rotina consistente e prazerosa.
Referência ao filme Carolina Maria de Jesus: a coprodução envolveu Move Maria, Globo Filmes, Buda Filmes e Raccord Produções, com direção de Jefferson De. A atriz destacou a necessidade de entregas físicas e emocionais para interpretar a personagem.
Para a artista, o Carnaval é território cultural e identidade, onde a presença de Carolina na avenida reforça o protagonismo de mulheres negras, escritoras e intelectuais. A participação busca ampliar a visão sobre luxo, dignidade e conquista.
Sobre a relação com o Carnaval, Maria Gal enfatiza que a festa é arte popular, política e emoção coletiva, capaz de dialogar com o cinema. A ideia é manter memória, cultura e história vivas, em uma linguagem que atravessa fronteiras.
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