- Erika Januza volta à Viradouro no Carnaval de 2026, não como rainha de bateria, mas em um carro alegórico para prestar homenagem ao Mestre Ciça.
- Ela retornou ao meio da comunidade sem aviso, recebida com emoção pela torcida e ritmistas, fortalecendo a relação com a escola.
- A parceria com Arlindinho segue firme: ele será seu apoio no desfile, conciliando shows e filhos, mantendo a rotina do casal.
- Em atuação na TV, Erika estreia como Candinha em Dona Beja (HBO Max) e atua como a rainha Niara em A Nobreza do Amor, com estreia prevista para março.
- Sobre maternidade e relacionamentos, ela fala de congelamento de óvulos sem sucesso, mantém visão de amor monogâmico com ênfase em paz e respeito.
Erika Januza volta ao Carnaval no coração da Viradouro, ocupando novo papel. A atriz, que já foi rainha de bateria da escola carioca, desfilará este ano em um carro alegórico para prestar homenagem ao maestro Ciça, figura central na trajetória da agremiação. A participação ocorre mesmo com a troca na posição de rainha, agora ocupada pela atriz Juliana Paes, mantendo a essência da folia e a ligação com a comunidade de Niterói.
Ao longo de quatro anos, Erika viveu uma relação de entrega com a Viradouro, frequentando ensaios e percorrendo longas distâncias entre o Rio e a quadra em Niterói. Em março de 2025, ela deixou o posto de rainha e explicou que o retorno surgiu como reconhecimento à história da escola e ao trabalho de Ciça. A reconexão com o público foi imediata quando retornou à quadra sem aviso prévio, recebida com festa pela comunidade.
Homenagem a Ciça
O carro de Erika para o Carnaval 2026 celebra os títulos conquistados sob Ciça e carrega elementos de enredos marcantes, incluindo referências ao Arroboboi. A atriz já fez temporada anterior sob esse mestre e reforça a ideia de que o desfile aproxima o público do palco, mantendo Erika perto dos fãs. Sobre o figurino, ela afirma que a trajetória anterior com Ciça influencia a escolha de figurinos que privilegiam a proximidade com a torcida.
Onipresente na novela e na televisão
Fora da Avenida, Erika expande presença na teledramaturgia. Em Dona Beja, da HBO Max, ela interpreta Candinha, personagem que aborda desigualdade racial e social. A atriz destaca a relevância de cenas que expõem injustiças históricas, com relatos de resistência presentes na trama. Além disso, integra A Nobreza do Amor, novela das 6 da Globo, interpretando a rainha Niara, personagem que se recupera de um golpe de estado e representa uma África rica e respeitosa, com estreia prevista para março.
Essa continuidade na televisão se soma ao sucesso de Arcanjo Renegado, com lançamento esperado para o segundo semestre de 2026, no Globoplay. Erika também participa do Saia Justa, do GNT, ampliando o alcance de sua atuação e fortalecendo a identificação do público com a artista, que aponta o poder da linguagem na construção de imagem pública.
Corpo real e vida pessoal
Aos 40 anos, Erika reafirma que a prioridade é a saúde e o bem-estar, sem buscar padrões extremos de musculação. Ela admite ter pausas na rotina de treinos, mantendo o compromisso com uma alimentação equilibrada. A atriz enfatiza que o Carnaval pode combinar autenticidade corporal com a alegria do samba, mantendo o foco na entrega e na musicalidade do desempenho.
A vida afetiva de Erika ganhou um novo capítulo com o relacionamento com Arlindinho, com quem se aproxima de forma pública após longos anos de conhecemento. O casal mantém encontros entre shows e compromissos profissionais, buscando qualidade de tempo juntos. Erika descreve o relacionamento como algo que se fortalece com gestos de carinho, apoio mútuo e comunicação constante.
Maternidade e desejos para o futuro
Sobre maternidade, Erika relembra um congelamento de óvulos realizado no passado e explica que não pretende repetir o procedimento. Ela afirma que a decisão foi tomada com serenidade e foco na própria saúde, destacando que situações futuras seriam avaliadas com base na vontade de Deus e nas circunstâncias pessoais.
Quanto ao casamento, a atriz mantém a crença no amor, porém com ênfase na convivência pacífica e em limites claros. Erika aponta que relacionamentos bem-sucedidos exigem respeito à individualidade, à paz e à alegria, reconhecendo que cada experiência contribui para definir mais o que busca em parceria, mantendo a monogamia como valor central.
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