- Lexa estreia como madrinha de bateria no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo, na madrugada deste sábado (14).
- A fantasia, com 100 mil cristais, levou dois meses para ficar pronta e foi criada pelo estilista Bruno Oliveira, com styling de Pedro Agah, para a Dragões da Real.
- O look homenageia as Icamiabas, guerreiras míticas protetoras da Amazônia, em enredo de 2026 intitulado Guerreiras Icamiabas: Uma Lendária História de Força e Resistência.
- Lexa afirmou que não fez loucura e descreveu seu corpo como “físico de mulher real”, destacando a satisfação com o resultado.
- A produção é de Jorge Freitas, com composição de Renne Campos, Márcio Biju e Alemão do Pandeiro; no ano anterior, a Dragões da Real ficou em sexto lugar no carnival paulista.
Lexa estreia como madrinha de bateria no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo, na madrugada deste sábado 14. A fantasia, confeccionada em dois meses, reuniu 100 mil cristais. O look foi assinado pelo estilista Bruno Oliveira, com styling de Pedro Agah, para a escola Dragões da Real, cuja rainha de bateria é Karine Grum desde 2022.
A assessoria de Lexa informou que a cantora representa a Sentinela da Mata, deusa protetora da natureza da Amazônia, durante o desfile. O enredo homenageia as Icamiabas, guerreiras míticas associadas à proteção da floresta.
Neste Carnaval, Lexa não desfilará no Rio de Janeiro, mas irá prestigiar a festa. Ela confirmou que estará presente para acompanhar a folia e participará de apresentações no Camarote Quem O Globo. A cantora ressaltou estar satisfeita com o corpo atual, descrevendo-o como o de uma mulher real, sem recorrer a mudanças drásticas.
Enredo e produção
Para o Carnaval 2026, a Dragões da Real apresenta o tema Guerreiras Icamiabas: Uma Lendária História de Força e Resistência, destacando a sociedade matriarcal amazônica. A produção é do carnavalesco Jorge Freitas, com composições de Renne Campos, Márcio Biju e Alemão do Pandeiro.
A escola encerrou o último Carnaval ocupando a sexta posição. A nova edição busca valorizar mitos e lendas da região, conectando resistência feminina a elementos da floresta.
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