- Adriane Galisteu foi rainha de bateria da Unidos da Tijuca por cinco anos e desfilei, inclusive, grávida em 2010, quando a escola foi campeã.
- Em 2011, Galisteu foi retirada do posto, com rumores de insatisfação do presidente Fernando Horta sobre a baixa frequência nos ensaios.
- A apresentadora chegou a criticar publicamente a comunicação da escola, dizendo ter ficado sem aviso por telefone.
- Gracyanne Barbosa foi escolhida para substituí-la, mas a troca gerou polêmica, com atrasos e dificuldades de contato com a presidência.
- Segundo reportagens na época, acordos com Belo para shows na quadra não foram cumpridos, e a saída de Galisteu foi vista como perda de glamour para a Tijuca.
Adriane Galisteu e Gracyanne Barbosa voltaram a ocupar o centro das atenções do Carnaval do Rio ao longo de uma década envolvendo a Unidos da Tijuca, em uma dança das cadeiras polêmica. A troca de comando chamou atenção pela falta de continuidade de alguns desfiles. O episódio remete a mudanças ocorridas no início dos anos 2010.
Galisteu já foi rainha de bateria da Tijuca por cinco anos, incluindo o desfile de 2010, quando a escola conquistou o título na Série Ouro após um desfile marcado por Galisteu grávida. Em 2011, ela permaneceu no posto, mas foi retirada no mesmo ano.
Gracyanne Barbosa assumiu como musa da Tijuca após a saída de Galisteu, com o desfile campeão de 2012. A substituição, porém, gerou controvérsia por suposta falta de comunicação entre a escola e a musa, segundo relatos da época. Gracyanne afirmou que não era atendida pelo presidente.
Histórico de desfilantes e desdobramentos
Segundo reportagens da época, Gracyanne teve dificuldades para contato com a presidência da Tijuca. Ela afirmou que recebeu o aviso da substituição apenas após retornar à quadra. A notícia de Belo na quadra foi citada como parte de acordos não cumpridos, segundo fontes.
A Tijuca também enfrentou críticas ao longo do período por perda de glamour com a saída de Galisteu, apontado como capaz de atrair flashes e impulsionar a visibilidade da escola na avenida. Os relatos destacam a importância da comunicação entre quadra e artistas para o andamento dos desfiles.
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