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Desfile exalta Lula e debocha de Bolsonaro; Lula vai à avenida sem Janja

Desfile da Acadêmicos de Niterói homenageia Lula e ironiza Bolsonaro; Janja não desfilou, ministros ficaram fora da avenida

Lula com a porta-bandeira da Acadêmicos de Niterói na Sapucaí
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  • Desfile da Acadêmicos de Niterói abriu o Carnaval do Rio com tributo à vida de Lula, em 79 minutos, mostrando desde a infância no agreste de Pernambuco até a terceira eleição dele; presença de atores interpretando Lula, Dona Lindu e Marisa Letícia, com boneco gigante no final.
  • Janja não desfilou; cantora Fafá de Belém substituiu a primeira-dama, e ministros não participaram do carro de apresentação.
  • Alegorias e alegorias provocaram Bolsonaro e Temer: palhaço preso com tornozeleira e o ex-presidente representado como Bozo abriram o desfile; houve referências a mortes pela covid-19; Eduardo Bolsonaro foi retratado em fantasia inspirada em Mickey.
  • Comissão de frente destacou Dilma Rousseff e Michel Temer; Lula aparece passando a faixa para Dilma e o bojo de Temer com adereço da petista, numa referência ao impeachment.
  • PT ganhou ala dedicada, com estrela e cores vermelhas, evitando o número 13; uma ala final defendia o fim da escala 6×1; o desfile exaltou programas sociais como Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida e Prouni, além de críticas à jornada de trabalho.

A Acadêmicos de Niterói abriu o Carnaval do Rio com um desfile em homenagem a Lula, na Sapucaí. A apresentação durou 79 minutos e percorreu a vida do presidente, desde a infância no agreste de Pernambuco até a terceira eleição dele para o cargo. A narrativa contou com encenações de personagens como Dona Lindu e Marisa Letícia, interpretadas por atores de destaque.

Lula foi representado por artistas globais ao lado de uma décima de alas, cada uma com cerca de 150 integrantes. Um boneco gigante do presidente encerrou o trio de carros alegóricos que compunham a escola na avenida. O presidente foi à pista para cumprimentar o pavilhão, acompanhado do prefeito do Rio, mas não permaneceu apenas como espectador.

Jair Bolsonaro foi alvo de ironia na comissão de frente, com a figura de um palhaço preso e tornozeleira danificada em um dos carros. A crítica estendeu-se a outros ex-presidentes, como Dilma Rousseff e Michel Temer, em encenações que destacaram a transição de poder nos últimos anos. O desfile também retratou Eduardo Bolsonaro em tom satírico.

Janja, primeira-dama, não desfilou; Fafá de Belém a substituiu no carro. A participação de ministros ficou a zero no carro da cantora, que contou com artistas como Paulo Betti e Julia Lemmertz. A escola ainda trouxe uma ala dedicada ao PT, com simbologia da estrela e da cor vermelha, mas sem o uso explícito do número 13.

A ala final defendeu a proposta de fim da escala 6×1, associando-a à luta por melhores condições de vida para a classe trabalhadora. Figurinos com relógios criticaram a jornada de trabalho e o controle do tempo por parte de patrões. Programas sociais como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida e Luz para Todos receberam destaque.

A sinopse do desfile enfatizou a ideia de “luta de classes” e relembrou políticas desenvolvidas durante os mandatos de Lula. Destas, destacam-se ações de transferência de renda, acesso à universidade e habitação popular. A apresentação terminou com referências à taxação de grandes fortunas, em tom de apoio a medidas fiscais progressivas.

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