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Estrelas pop passam a conversas que sempre quiseram no Substack

Artistas usam Substack para reconfigurar narrativas de fama, buscando diálogo direto e enfrentando críticas online

Charli XCX attends the "Wuthering Heights" UK Premiere at Odeon Luxe Leicester Square on February 05, 2026 in London, England.
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  • Artistas como Charli XCX, Troye Sivan e Doechii estão usando o Substack para publicar ensaios longos sobre pop, fama e autorreflexão, buscando moldar a narrativa pública.
  • Charli XCX ganhou mais de 17 mil assinantes em 48 horas após começar a publicar na plataforma; Rosalia e Tegan and Sara já exploravam esse formato antes.
  • Troye Sivan estreou no Substack em janeiro com um texto sobre sua rotina de banho; o segundo texto abordou críticas à sua aparência e questões de imagem corporal.
  • Doechii também usa o espaço para compartilhar sua trajetória criativa, buscando distanciar a audiência da cultura de consumo e do ruído típico das redes.
  • O Substack surge como alternativa para artistas ampliarem o diálogo com fãs, apesar de ainda depender do engajamento real do público e da disposição dos seguidores em ler textos mais longos.

Charli XCX, Doechii e Troye Sivan são nomes que aparecem cada vez mais no Substack, plataforma onde artistas publicam ensaios extensos sobre fama, cultura pop e o próprio ofício. A curiosidade em torno dessa prática cresce à medida que artistas exploram narrativas próprias sobre estrelato e público.

Em novembro, Charli publicou um texto longo sobre as realidades de ser uma pop star, questionando percepções e o papel da audiência. A postagem gerou debate e atraiu milhares de assinantes em menos de 48 horas. Outros artistas já haviam explorado o formato previamente.

Apenas alguns meses antes, Rosalía, Tegan e Sara já utilizavam o Substack para partilhar pensamentos sobre arte, identidade e carreira. Charli, porém, é apontada como pioneira recente a levar esse formato para o núcleo da conversa sobre pop.

O efeito da plataforma no diálogo com fãs

Troye Sivan lançou o Substack em janeiro, descrevendo o espaço como um local de desabafo semelhante ao antigo uso do Twitter. O músico abordou temas como corpo e imagem, trazendo relatos pessoais sobre autoestima e pressões da indústria.

O conteúdo de Sivan incluiu textos que tratam de mudanças no corpo, consultorias estéticas e dúvidas sobre como aparecer em fotos de red carpet. Ele reforçou a ideia de manter o debate sobre aparência sob controle e com transparência.

Docehii também publicou relatos da trajetória criativa e da relação com a audiência, mostrando uma visão mais direta sobre as expectativas do público. Em comum, os artistas buscam dialogar com seguidores sem a mediação de notas de imprensa.

Perspectivas e impactos no ecossistema

A adesão ao Substack difere entre artistas: Charli tem milhares de assinantes, enquanto Sivan e Doechii mantêm bases menores, mas ativos. O formato amplia o espaço de comunicação direta e pode desafiar o modelo de cobertura midiática tradicional.

Especialistas apontam que a mídia social tradicional sofre com ruído, desinformação e ataques. O Substack surge como alternativa para conteúdos mais longos e aprofundados, embora dependa da disposição de públicos para assinar.

Zara Larsson comentou sobre a geração que usa esse canal, elogiando alguns nomes, inclusive Doechii e Charli, e ressaltando a importância de autenticidade. As avaliações variam, mas o movimento ganha força entre artistas pop.

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