- Catherine Opie, fotógrafa norte‑americana nascida em 1961, fala com Ben Luke sobre influências e experiências culturais que moldaram sua obra ao longo de mais de três décadas.
- Seu trabalho aborda identidade, com foco em comunidades LGBTQ+ e na relação entre retratos, ambientes construídos e espaços públicos; ela afirma que sem representação não há visibilidade.
- Opie registra pessoas, lugares e o entorno social, enfatizando a interseção entre o corpo e o ambiente e o papel do estúdio e do laboratório no seu processo criativo.
- Entre referências, ela cita artistas como Holbein, Leonardo, Gerhard Richter e Lynette Yiadom‑Boakye, além de escritoras como Joan Didion e Octavia Butler, e admira Chloe Zhao e Chris Marker.
- Exposições futuras: Catherine Opie: To Be Seen, no National Portrait Gallery, Londres, de 5 de março a 31 de maio de 2026; Catherine Opie: The Pause that Dreams Against Erasure, no Fridericianum, Kassel, em 19 de julho de 2026.
Catherine Opie é a pauta do novo episódio do podcast A brush with… Opie comenta influências que vão de escritores a músicos, cineastas e outros artistas. A conversa aborda experiências culturais que moldaram sua vida e obra.
A fotógrafa, nascida em 1961 em Sandusky, Ohio, vive hoje em Los Angeles. Ao longo de mais de três décadas, Opie retratou retratos, paisagens urbanas e cenários naturais que refletem condições sociais e políticas nos EUA, com foco na identidade queer.
Opie reforça a importância da visibilidade por meio da representação. Ela afirma, em síntese, que sem representação não há visibilidade. A conversa aborda ainda a presença da arquitetura e de interiores em seu trabalho.
Conexões entre pessoas, espaços e identidade
O papo destaca a relação entre pessoas próximas a Opie e os espaços onde vivem. A artista descreve como o ambiente construído dialoga com corpos e identidades, ampliando a compreensão sobre a humanidade.
A entrevista traz referências de artistas como Holbein, Leonardo, Gerhard Richter e Lynette Yiadom-Boakye, bem como de escritoras como Joan Didion e Octavia Butler. Opie comenta também sobre o estúdio e a revelação da prática fotográfica.
Além disso, o episódio aborda a vida da autora no estúdio e na câmara escura, além de responder perguntas habituais sobre o papel da arte na sociedade. A conversa traça paralelos entre poesia e arte como formas de expressão.
Exposições e agendas
Entre 5 de março e 31 de maio de 2026, a National Portrait Gallery, em Londres, recebe Catherine Opie em To Be Seen. Em Kassel, na Alemanha, a exposição The Pause that Dreams Against Erasure fica em cartaz a partir de 19 de julho de 2026.
A artista já realizou exposições recentes em instituições dos EUA, incluindo Lacma e o Hammer Museum, em Los Angeles, e o Wexner Center for the Arts, em Columbus. No Reino Unido, há divulgação sobre a mostra em Londres.
O episódio é patrocinado pela Bloomberg Connects, plataforma de artes e cultura que oferece acesso a museus e galerias com guias digitais. A curadoria envolve parcerias com espaços que abrigaram trabalhos de Opie.
Observações finais
Entre os destaques da conversa, Opie comenta influências de cineastas e escritores, além de sua admiração por cineastas contemporâneos. O podcast oferece visão sobre a prática de fotografia documental e o compromisso com a representatividade.
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