- O ator Eric Dane, conhecido por Mark Sloan em Grey’s Anatomy, morreu aos 53 anos nesta quinta-feira (19), após lutar contra a esclerose lateral amiotrófica (ELA).
- O diagnóstico foi revelado há cerca de dez meses, e ele recebia cuidados de enfermagem 24 horas por dia.
- Em comunicado, a equipe dele agradeceu o apoio e pediu privacidade à família, deixando esposa e duas filhas, Billie e Georgia, como centro de seu mundo.
- A ex-mulher, Rebecca Gayheart, contou à People sobre a rotina de cuidados domiciliares e as dificuldades para obter autorização do convênio para a equipe de enfermagem.
- A esclerose lateral amiotrófica é uma doença degenerativa do sistema nervoso; não há cura, apenas tratamentos que retardam a progressão.
Eric Dane, ator conhecido por Grey’s Anatomy, morreu aos 53 anos nesta quinta-feira (19). A confirmação veio por meio de um comunicado da equipe do artista, que informou uma morte após uma longa luta contra a esclerose lateral amiotrófica (ELA). Dane passou seus últimos dias cercado pela esposa e pelas duas filhas, Billie e Georgia.
A família agradeceu o apoio recebido e pediu privacidade neste momento. O comunicado reforçou que Dane foi um defensor da conscientização sobre a ELA e da pesquisa, e que sua equipe guardará a memória do ator com carinho.
Conhecido por interpretar o cirurgião Mark Sloan, Dane tinha recebido cuidados de enfermagem 24 horas por dia após o diagnóstico, divulgado publicamente há cerca de dez meses. A informação foi publicada pela revista People, citando relatos da ex-mulher do ator, Rebecca Gayheart, à The Cut.
Detalhes sobre a doença e os cuidados
Gayheart compartilhou que assumiu a organização da rotina de cuidados domiciliares e precisou acionar o convênio diversas vezes para liberar as equipes de enfermagem. Segundo ela, Eric recebia enfermeiros 24 horas por dia e o processo de autorização do seguro enfrentou resistência, com atendentes negando pedidos inicialmente.
Em abril do ano passado, Dane revelou o diagnóstico de ELA, uma doença degenerativa que compromete o sistema nervoso e pode levar à paralisia motora. A progressão pode afetar fala, alimentação, mobilidade e respiração, sem cura definitiva, apenas tratamentos que retardam o avanço da doença.
A ex-mulher explicou que o cuidado era organizado em 21 turnos. Quando houve falhas, parte da carga recaiu sobre amigos próximos de Dane para cobrir turnos longos, incluindo um caso em que um turno de 12 horas precisou ser preenchido.
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