- Virgínia Fonseca mantém contrato de dois anos com a Grande Rio, mas o seu futuro no Carnaval de dois mil e vinte e sete está em aberto.
- A estreia como rainha de bateria em dois mil e vinte e seis foi conturbada, com vaias, tapa-sexo solto e costureiro de doze quilos retirado no meio da Sapucaí.
- A Grande Rio ficou de fora do Desfile das Campeãs e terminou em oitavo, pior posição desde dois mil e dezenove.
- A cúpula da escola, liderada pelo presidente Jayder Soares, classifica o caso como um “tiro no pé” e diz que são necessárias condições para a continuidade de Virgínia.
- A empresa da influencer investiu aproximadamente R$ quinze milhões no carnaval, incluindo um perfume personalizado.
A namingação de Virgínia Fonseca como rainha de bateria da Grande Rio em 2026 gerou controvérsias internas. Mesmo com contrato de dois anos com a escola, as imagens do desfile e as vaias marcaram a atuação da influencer. A diretoria avalia o impacto para 2027.
Segundo o jornal Extra, a cúpula da Grande Rio declarou preocupação com a repercussão pública das apresentações. O presidente Jayder Soares chegou a usar a expressão tiro no pé para definir a situação.
O contrato envolve a participação de Virgínia por meio de uma empresa associada, que investiu cerca de 15 milhões de reais no Carnaval, incluindo um perfume personalizado. As tratativas para 2027 ainda não foram finalizadas.
Permanência sob avaliação
A grandeRio ficou fora do Desfile das Campeãs neste ano, terminando em oitavo lugar, pior posição desde 2019. A direção afirma que as negociações para 2027 continuam em andamento.
Fontes próximas à diretoria indicam que a influenciadora, apresentadora do SBT, enfrenta resistência interna. A parceria havia sido renovada recentemente após dois anos de contrato.
A discussão envolve condições para Virgina manter o patrocínio e a função de rainha de bateria. Ainda não há confirmação de continuidade, nem datas oficiais para as próximas tratativas entre a escola e as empresas envolvidas.
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