- O pagodeiro Belo é acusado de não pagar os honorários do advogado Marcelo Epifanio Rodrigues Passos, contratado em 2019 para defendê-lo no processo movido por Denilson.
- O litígio, que durou mais de vinte anos, terminou com a dívida reduzida de cerca de R$ 8 milhões para R$ 2,7 milhões.
- O advogado cobra na Justiça R$ 224 mil por honorários, fixados sobre a redução da dívida.
- Ele afirmou ter tentado resolver a situação de forma extrajudicial sem sucesso; a ação foi protocolada em 6 de fevereiro.
- O processo, que inicialmente estava no Foro Central, passou ao Foro Regional do Butantã após a juíza ajustar a competência para causas com valores inferiores a 500 salários mínimos.
O imbróglio entre Belo e Denilson, que demorou mais de duas décadas para chegar a um desfecho, ganhou novos capítulos. O cantor é acusado de não pagar os honorários do advogado que o defendeu na ação movida por Denilson.
O advogado Marcelo Epifanio Rodrigues Passos afirma ter sido contratado em 2019 para atuar no caso e sustenta que seu trabalho foi decisivo para a redução da dívida. Originalmente próxima de 8 milhões, a quantia caiu para 2,7 milhões.
Segundo a defesa, os honorários estavam fixados com base na redução da dívida, em três frentes distintas. O profissional pede R$ 224 mil na Justiça, alegando tentativa de acordo extrajudicial sem sucesso.
O processo tramita no Foro Regional do Butantã, após decisão da juíza Paula da Rocha e Silva que deslocou a competência de valor inferior a 500 salários mínimos para foros regionais. A ação já havia sido movida no Foro Central.
O caso é visto como uma reviravolta na relação entre Belo e Denilson, com o desfecho ainda dependente de decisão judicial sobre os honorários reivindicados. A reportagem acompanha a evolução do processo.
- A coluna de Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, detalha o andamento da disputa entre as partes.
- A defesa do advogado sustenta a importância do trabalho prestado para reduzir a dívida e cobrar os honorários devidos.
Entre na conversa da comunidade