- Katherine Short mudou seu sobrenome para Hartley, em 2013, para se afastar publicamente de seu pai famoso e proteger sua atuação como assistente social psiquiátrica — a mudança foi concedida no início de 2013.
- Ela explicou que era uma figura pública associada ao pai, e temia assédio de pacientes em potencial por causa dessa relação.
- Katherine era trabalhadora social dedicada à saúde mental e chegou a abrir uma clínica particular.
- Ela morreu aos 42 anos, em janeiro/fevereiro de 2026, conforme confirmação da equipe de Martin Short.
- Katherine era filha adotiva de Martin Short e de sua falecida esposa, Nancy Dolman, e manteve vida discreta fora dos holofotes.
Katherine Short alterou seu sobrenome para Hartley antes de morrer, buscando afastar-se do pai famoso, Martin Short, para se dedicar à sua atuação como assistente social. A confirmação veio após documentos obtidos pelo Page Six.
De acordo com os registros, a mudança de nome de Katherine Elizabeth Short para Katherine Elizabeth Hartley ocorreu em 2013, com o objetivo declarado de evitar assédio de potenciais pacientes por causa da relação com o pai.
O movimento foi autorizado no início de 2013. Katherine levou adiante uma carreira discreta na área social, chegou a abrir uma prática particular e atuou na saúde mental, inclusive com um cão de serviço.
Detalhes da carreira e da vida
A profissional sociais trabalhava para ajudar pessoas com transtornos mentais e afirmou, em divulgação anterior, lidar com seus próprios desafios de saúde mental.
Vizinha informou à Us Weekly que Katherine era reservada, mas sociável, e costumava cumprimentar os vizinhos na varanda da casa em Hollywood Hills. Ela vivia nesse endereço com privacidade.
Katherine era filha adotiva de Martin Short e da então esposa, Nancy Dolman, que morreu em 2010. O comediante confirmou a morte da filha à imprensa local na terça-feira. O porta-voz do ator confirmou também a perda.
A última aparição pública de Katherine ocorreu em outubro de 2023, quando comemora seu 40º aniversário em um restaurante de Los Angeles. A família pede privacidade neste momento de luto.
Caso haja alguém em situação de crise, a Lifeline 988 está disponível no Brasil. As informações acima são baseadas em reportagens do Page Six, com fontes públicas.
Entre na conversa da comunidade