- Ariadna Arantes mostrou, em vídeo, a diferença da voz 50 dias após a glotoplastia de Wendler realizada em dezembro de 2025.
- A ex-BBB, 41 anos, aparece contando de um a dez e, depois, falando os meses do ano, no registro de comparação.
- A médica responsável pela cirurgia, Beatriz Serraglio Narciso, ressaltou que ainda não é o resultado final e que a voz continuará mudando.
- Segundo a profissional, o processo de cicatrização pode levar, em média, até seis meses para os resultados se consolidarem de forma segura e natural.
- Seguidores reagiram, elogiando a mudança na voz e destacando que ela pode melhorar ainda mais com o tempo.
Ariadna Arantes, ex-BBB, mostrou, em vídeo nas redes sociais, como está a sua voz cinquenta dias após a cirurgia para feminização vocal. A artista tem 41 anos e divulgou o registro para comparar o que era antes com o que se observa desde então. A cirurgia ocorreu em dezembro de 2025.
O procedimento utilizado foi a glotoplastia de Wendler, técnica voltada à modulação da voz na transição de gênero. No material divulgado, Ariadna demonstra a passagem de uma contagem de 1 a 10 e a pronúncia dos meses do ano, evidenciando mudanças na voz.
Beatriz Serraglio Narciso, médica responsável, ressaltou que a voz carrega história, coragem e identidade de cada paciente. A profissional destacou que a evolução observada em 50 dias não é o resultado final, já que o processo de cicatrização costuma levar cerca de seis meses para consolidar os efeitos de forma estável.
Situação atual da recuperação
A médica lembra que a voz ainda pode sofrer alterações ao longo do tempo, com novas mudanças esperadas à medida que a recuperação avança. O acompanhamento pós-operatório é fundamental para garantir a segurança e a naturalidade dos resultados.
Pacientes e seguidores reagiram aos poucos sinais de transformação, destacando a harmonia entre voz e identidade. A iniciativa de Ariadna gerou interesse de quem acompanha a trajetória da ex-participante do reality show.
Ariadna já havia comentado, antes da cirurgia, que a voz a incomodava por questões de técnica e de uso hormonal ao longo da trajetória de transição. A decisão envolveu ajustes na abordagem cirúrgica para obter resultados mais estáveis e duradouros.
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