- Juliana Paes voltou à posição de rainha de bateria da Viradouro no Carnaval de 2026, coroada campeã, após dezenove anos; diz estar vivendo um sonho e não teve a pretensão de ser a principal personalidade do evento.
- O retorno à escola de Niterói marcou um reencontro com a comunidade e com Mestre Ciça, referência histórica da bateria Furacão Vermelho e Branco.
- Fora da avenida, a atriz assumiu o papel de embaixadora da campanha Por um Futuro Sem Câncer de Colo do Útero, during o Março Lilás, para promover prevenção ao HPV.
- Ela destaca a importância de vacinar contra o HPV e de envolver meninos e meninas na campanha, para interromper o ciclo da doença desde cedo.
- Paes relembra experiência com o filho mais velho e ressalta a necessidade de desmistificar preconceitos sobre vacinação, enfatizando que a atividade sexual começa mais cedo hoje em dia.
Juliana Paes voltou a ocupar o posto de rainha de bateria da Viradouro neste Carnaval de 2026, 17 anos após a última vez. A escola de Niterói foi campeã do grupo principal e a atriz reconheceu que o destaque não foi planejado por ela. O foco da entrevista foi a homenagem ao Mestre Ciça e o reencontro com a comunidade.
A participação da atriz na Sapucaí abriu espaço para um balanço do início do ano. Paes descreveu a vitória da Viradouro como um momento de sonho vivido de forma intensa. Ela destacou o envolvimento afetivo com a escola e com a liderança histórica da bateria Furacão Vermelho e Branco.
Nova missão fora da avenida
Além do carnaval, Juliana Paes assume em 2026 o papel de embaixadora da campanha Por um Futuro Sem Câncer de Colo do Útero, associada ao Março Lilás. A iniciativa busca ampliar a prevenção e a vacinação contra o HPV.
Paes enfatiza a importância da conscientização, ressaltando que o câncer de colo de útero pode ser evitado com vacinação. Ela ressalta a necessidade de incluir meninos e meninas na comunicação, destacando que a vacinação precoce interrompe o ciclo da doença.
Experiências e depoimentos
Na conversa, a atriz lembra a orientação recebida pelo pediatra sobre a vacinação do filho mais velho aos 11 anos. Ela relata ter superado preconceitos pessoais sobre a imunização e reforça que a participação de homens é essencial no combate à transmissão do HPV.
Paes comenta que a campanha visa desmistificar tabus e incentivar a divulgação de informações sobre prevenção. Ela reforça que a vacinação precoce reduz riscos à saúde de jovens antes da iniciação sexual, promovendo uma abordagem comunitária.
Entre na conversa da comunidade