- Scheila Carvalho, de 52 anos, rebate críticas de que permitiria a mãe trabalhar aos 84 anos em um carrinho de churros.
- A defesa veio após Eunice Ladeira perder o carrinho de churros devido às fortes chuvas em Juiz de Fora, Minas Gerais.
- A influenciadora explicou que o objetivo era compartilhar a realidade das enchentes, tranquilizar os seguidores e solicitar ajuda, não configurar abandono.
- Ela afirmou que o trabalho da mãe é por propósito, autonomia e alegria de viver, não apenas por necessidade financeira.
- Scheila destacou que a mãe trabalha há muito tempo por amor ao que faz e que, mesmo diante da crítica, continua valorizando a socialização e a independência dela.
Scheila Carvalho rebate críticas sobre deixarem a mãe trabalhar aos 84 anos após enchentes atingirem Juiz de Fora, em Minas Gerais. A influenciadora denunciou a perda do carrinho de churros da família, causada pelas fortes chuvas, em publicação feita nesta sexta-feira (27).
A mãe da gestora de mídia, Eunice Ladeira, manteve o carrinho, que servia como fonte de renda na cidade, até ser surpreendida pelas enchentes que atingiram a região na semana. Em seguida, Scheila retornou às redes para esclarecer a situação e defender a autonomia da familiar.
Segundo a artista, o objetivo foi mostrar a realidade da cidade natal durante o temporal e acalmar seguidores que poderiam interpretar de outra forma o episódio. O relato também serviu para solicitar apoio sem expor excessos.
A dançarina afirmou que o trabalho da mãe não depende apenas de necessidade econômica, mas também de propósito e bem-estar. Ela descreveu a atividade como uma forma de socialização, independência e alegria para Eunice.
Scheila explicou ainda que, por ser mais perto da mãe, muitas vezes conversa com ela sobre moradia, viagens e opções de vida. Ela mencionou que Eunice é apegada à Bahia, onde a influenciadora reside com o marido, Tony Salles, e que viagens costumam depender de fatores como transporte.
A pauta principal, conforme a postagem, era esclarecer a situação da enchente em Juiz de Fora e evitar julgamentos sobre a decisão da família de manter o trabalho. A defesa enfatiza que a escolha de Eunice envolve desejo de permanecer ativa e engajada.
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