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Ant e Dec movem ação por lucro não autorizado de £250 mil com Banksy

Ant e Dec obtêm ordem judicial para revelar transações de Banksy após alegados lucros não autorizados de £250 mil pelo intermediário anônimo

Ant McPartlin and Declan Donnelly
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  • A High Court britânica concedeu, em 4 de março, uma ordem para apurar transações de seis prints de Banksy comprados por 550 mil libras, com um intermediário não identificado, referido apenas como “X”; a Lilley Fine Art recebeu 300 mil, gerando uma diferença de 250 mil.
  • A ação busca esclarecer possível lucro secreto na cadeia de transação entre o dealer de arte Andrew Lilley e o intermediário, sem imputar culpa a Lilley ou à empresa.
  • O consultor intermediário recebia comissão de 10% e a relação profissional teria terminado em setembro de 2021.
  • Ant e Dec dizem ter recebido 11 mil libras pela venda de um Banksy Napalm via o intermediário, que alegam ter sido vendido por 13 mil; informações sobre 22 vendas são solicitadas.
  • A medida utiliza ordens Norwich Pharmacal (NPOs), que obrigam a divulgação de documentos; o juiz Iain Pester determinou a entrega das informações até 4 de março.

Ant e Dec obtêm ordem judicial para rastrear operações com obras de Banksy

Ant McPartlin e Declan Donnelly, conhecidos como Ant and Dec, conseguiram uma ordem do High Court para esclarecer detalhes de transações envolvendo obras de Banksy que possuem. A medida visa esclarecer possíveis lucros não autorizados usados por um intermediário, segundo os autores da ação, apresentada em agosto de 2025.

A petição aponta que a compra de seis litografias de Banksy, no valor agregado de 550 mil libras, foi intermediada por um consultor de arte não identificado, apenas referenciado como X. A empresa Lilley Fine Art ltd, representada por Andrew Lilley, recebeu supostamente 300 mil libras pelas obras, enquanto a soma inicial foi de 550 mil libras.

Detalhes e desdobramentos

O tribunal ordenou que Lilley forneça informações sobre as transações com o intermediário, após negativas anteriores com base em confidencialidade. A ação não acusa Lilley ou a empresa de irregularidades, mas busca esclarecer uma diferença de 250 mil libras. Os proprios donos das peças afirmam ter recebido 11 mil libras pela venda de uma das obras Napalm, intermediada, que afirmam ter sido vendida por 13 mil libras.

O pedido envolve informações de 22 transações, com foco em constituintes do acordo e comissões. O consultor teria recebido uma comissão de 10% pelo trabalho, e o relacionamento encerrou-se em setembro de 2021. A decisão foi anunciada pelo juiz Iain Pester, que determinou a entrega das informações no dia 4 de março, após audiência realizada no dia anterior.

Contexto legal e posicionamentos

A defesa de Lilley não comentou até o momento, conforme informou a imprensa, ressaltando que a disputa cabe aos tribunais entre Ant e Dec e o terceiro interveniente. O caso utiliza as Norwich Pharmacal Orders, mecanismo judicial de obtenção de documentos ou informações quando há interesses relevantes de terceiros. Advogados ressaltam que esse instrumento é comum em casos de divulgação de identidade de compradores e detalhes de transações no mercado de arte.

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