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Funcionário da mansão de Malibu de Kanye West pede US$ 1,7 milhão em danos

Funcionário de Malibu busca 1,7 milhão de dólares em indenização de Ye por acidente durante reforma sem licença

Kanye West on May 22, 2022 in New York City.
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  • O trabalhador Tony Saxon, que afirma ter se ferido ao trabalhar na mansão de Kanye West em Malibu, pediu à júri uma indenização de 1,7 milhão de dólares.
  • O caso, em um julgamento civil de duas semanas, começou a ser divulgado durante os argumentos finais, com Saxon alegando ter atuado como empregado e apresentar milhares de páginas de documentos.
  • A defesa de Ye sustenta que Saxon não era contratado licitamente e que ele teria criado versões falsas para obter pagamento, além de apontar poucas páginas de documentos apresentados pela parte adversa.
  • Testemunhas e mensagens de texto entre Saxon e Bianca Censori, esposa de Ye, foram citadas para discutir questões de permissões, função do worker e condições do projeto da casa, desenhada pelo arquiteto Tadao Ando.
  • Jurados devem começar as deliberações na terça-feira, em meio a questionamentos sobre permissões, supervisão e o papel de Saxon na obra, que mais tarde foi vendida por Ye por 21 milhões de dólares em setembro de 2024.

O jurado em Los Angeles ouviu o pedido de indenização de 1,7 milhão de dólares feito por Tony Saxon, trabalhador que afirma ter se machucado durante a demolição na mansão à beira-mar de Kanye West, em Malibu. O truque administrativo envolve também a alegação de que Saxon teria sido demitido por se recusar a operar geradores que liberavam monóxido de carbono dentro da casa.

Saxon, de 35 anos, é apresentado pela defesa como falso contratado e claim de lesão compensatória. O processo corre há duas semanas e envolve documentos e mensagens de texto que, segundo o advogado de Saxon, revelam a relação de empregado com West e a condução do projeto de demolição da residência criada pelo arquiteto Tadao Ando.

O caso discute se Saxon atuou como contratado licenciado ou como operário sem credenciais, além de alegar ausência de seguro para trabalhadores durante a reforma. A residência foi adquirida por West em 2021, teve partes removidas e foi vendida por 21 milhões de dólares em 2024, registrando prejuízo considerável.

Detalhes do Caso

  • A demanda busca compensação por danos que Saxon alega ter sofrido no local de trabalho, incluindo ferimentos e custos médicos futuros. A acusação sustenta que West agiu com malícia, o que pode abrir margem para danos punitivos caso comprovado.
  • A defesa sustenta que Saxon não era contratado licenciado e que o trabalho foi realizado sem intervenções indevidas de terceiros. A equipe jurídica também criticou a produção de documentos do artista, contrastando com a grande quantidade apresentada pela parte autora.

Testemunhos e desdobramentos

  • A testemunha Jeromy Holding disse que a demolição carecia de licenças e que Saxon não era o responsável pela obtenção de permissões. Ele relatou também que o projeto tinha várias funções e que West exigia rapidez.
  • Bianca Censori, esposa de West e que atuava como chefe de arquitetura, afirmou que as mudanças nas diretrizes eram parte de uma visão contínua do projeto. Censori também relatou ter assinado documentos em nome de West, questão apresentada pela defesa como prática comum.

Jurisdição e próxima etapa

  • O julgamento ocorre com um júri de sete mulheres e cinco homens. A promotoria concluiu sua apresentação, e as résis deram seus argumentos finais na sexta-feira.
  • Estão previstas deliberações do júri a partir de terça-feira, conforme o andamento do processo. O caso marca a primeira de uma série de ações civis envolvendo West nos últimos anos.
  • O artista, atualmente conhecido como Ye, já enfrentou investigações e ações civis associadas a questões de ambiente de trabalho e declarações públicas, com cobertura de veículos de imprensa especializados.

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